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Hidrólise

A hidrólise consiste no processo físico-químico de rompimento das ligações químicas pelo efeito da água. Isso pode ser feito de forma térmica, química, enzimática ou mista. Na ILSA não utilizamos a hidrólise química.

FCH®

A hidrólise térmica

(Fully Controlled Hydrolysis)

É desse know-how que se obtém AZOGEL®, a gelatina hidrolisada para uso agrícola. O processo ocorre em autoclaves dinâmicas, sendo realizado em três fases sucessivas de duração e temperaturas distintas e controladas. Essa tecnologia permite obter um produto homogêneo e sem variações, caracterizado principalmente por ter um esquema preestabelecido das cadeias de proteínas, promovendo assim uma liberação do nitrogênio de forma lenta, mediada pelos microrganismos do solo.

FCEH®

A hidrólise enzimática

(Fully Controlled Enzimatic Hydrolysis)

Processo que consiste em hidrolisar, por via enzimática, substâncias naturais de origem vegetal e animal. Essa tecnologia é utilizada para obtenção dos produtos líquidos ILSA, principalmente a matriz GELAMIN®. As matérias-primas entram nos reatores junto com água e enzimas capazes de romper as cadeias de proteínas em lugares pré-determinados, liberando os aminoácidos, polipeptídeos e peptídeos. A reação ocorre em temperatura baixa (entre 50-55ºC) dentro de reatores estáticos. As cadeias polipeptídicas são atacadas por um grupo de enzimas específicas que “cortam” de maneira orientada e replicável essas ligações. Assim, os aminoácidos não são afetados e aparecem na sua forma natural levógira – biologicamente ativa e disponível imediatamente para as plantas. Após a hidrólise, inicia-se o processo de concentração a vácuo para extrair o excesso de água.

SFE®

A extração fluida supercrítica

(Supercritical Fluid Extraction)

A extração de substâncias bioativas de matrizes vegetais é realizada utilizando o gás carbônico (CO2) como fluido de extração em condições supercríticas. As matérias-primas vegetais são secas, moídas e imersas no equipamento junto com o gás carbônico. O poder solvente do CO2 pode ser regulado, aumentando ou diminuindo a pressão e/ou a temperatura nas câmeras de extração, modificando adequadamente as condições de pressão (que podem chegar até 1000 bar) e de temperatura (nunca superior a 80ºC). Esse processo permite criar extratos únicos, altamente seletivos, com diversos níveis de óleos, ceras e extratos desejáveis. Superada essa fase de extração, a pressão é reduzida e o CO2 perde sua força como solvente, desprendendo as substâncias extraídas em forma concentrada. Os extratos obtidos são biologicamente estáveis e não necessitam de conservantes. Isso permite uma extração sem que as matérias-primas sofram stress térmico e ausência de utilização de solventes orgânicos ou químicos.