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Manejo de adubação para a cultura da cana-de-açúcar e soluções ILSA para o aumento de produtividade

Manejo de adubação para a cultura da cana-de-açúcar e soluções ILSA para o aumento de produtividade.

Principais características e desenvolvimento

          A cana-de-açúcar (Saccharum officinarum L.) é uma planta monocotiledônea, pertencente à família Poaceae (REDAE; AMBAYE, 2018) nativa do continente asiático. Essa planta é um complexo poliplóide derivado de hibridização interespecífica e retrocruzamentos envolvendo três principais espécies: Saccharum officinarum, Saccharum barberi e Saccharum spontaneum (ANBANANDAN; ESWARAN, 2018). De forma que as canas-de-açúcar modernas apresentam características peculiares, combinando o alto teor de açúcar de Saccharum officinarum com a robustez e resistência a doenças de Saccharum spontaneum (ZHANG et al., 2018). Essa hibridização também propiciou a cana-de-açúcar a obtenção de maior potencial de rendimento e adaptabilidade aprimorada para o crescimento sob várias condições de estresse (ANBANANDAN; ESWARAN, 2018).

          A importância da cana-de-açúcar se deve ao fato de não ser só apenas matéria-prima para a produção de açúcar, mas também uma cultura de biomassa eficiente e importante, bem como apresenta elevado potencial para geração de biocombustível (SATHISH et al., 2018). Além dos produtos principais de sua cadeia produtiva, o beneficiamento da cana-de-açúcar gera alguns subprodutos como o bagaço e o melaço (DIAS et al., 2021). O melaço é a principal matéria-prima para a produção de álcool; já o bagaço, pode ser utilizado como matéria-prima na indústria de papel, alimentação animal e utilização para cogeração de energia na maioria das usinas de açúcar (REDAE; AMBAYE, 2018).

          O Brasil se destaca como o maior produtor mundial de cana-de-açúcar, seguido pela Índia (PARIDA et al., 2020). Na safra 2018-2019, a área plantada de cana-de-açúcar brasileira foi em torno de 8,59 milhões de hectares, com uma produção de 620,44 milhões de toneladas de cana (DIAS et al., 2021). São Paulo configura-se como o estado com a maior participação na produção nacional, com 4,43 milhões de hectares e produção de 332,88 milhões de toneladas, o que equivale a 53,65% da cana processada no país (SILVA et al., 2020).

          Segundo Oliveira (2012), no Brasil existem duas macrorregiões produtoras de cana-de-açúcar, a região Centro Sul que abrange os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná e a região Norte-Nordeste, que abrange os estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Na Figura 1 é possível observar estas duas principais regiões produtoras.

          No cultivo da cana-de-açúcar, o clima ideal é aquele que tem duas estações bem definidas: quente e úmida, para tornar possível seu surgimento e desenvolvimento vegetativo, e estação fria e seca, que promove a maturação e consequente acúmulo de sacarose nos caules (DA SILVA et al., 2015). Normalmente a colheita ocorre após os períodos de chuvas, procurando alcançar o melhor ponto de maturação e o acúmulo máximo de sacarose na planta, bem como para que possam ser realizadas as operações de corte e transporte (AQUINO et al., 2014).

          O ciclo da cana plantada pela primeira vez, isto é, oriunda de muda e que receberá o primeiro corte, recebe o nome de ciclo da cana-planta. Nas condições de clima reinantes no centro-sul do Brasil, efetua-se predominantemente o plantio em duas épocas distintas:

  • Primeira época – de setembro a novembro, no início da estação chuvosa e quente. Nestas condições, a cana-de-açúcar apresenta ciclo de duração média de 12 meses, denominada popularmente de “cana-de-ano”. A cana-de-ano tem seu máximo desenvolvimento de novembro a abril, diminuindo a partir desse mês devido às condições climáticas adversas, com possibilidade de colheita, dependendo da variedade, a partir do mês de julho. Observa-se que após o plantio do tolete, ocorre a brotação e a cana-de-açúcar vegeta (cresce em tamanho) ininterruptamente até abril, para então amadurecer. Tem-se, então, aproximadamente 8 meses de desenvolvimento vegetativo e 4 meses para ocorrer a maturação (DA SILVA; DA SILVA, 2012).
  • Segunda época – o plantio é realizado no período de janeiro a início de abril, no meio da estação chuvosa e quente e em direção ao outono. Alguns produtores ou unidades prolongam o plantio até maio. A cana-de-açúcar, nessas condições, é denominada popularmente de “cana-de-ano-e-meio e passa em repouso a primeira estação de inverno, sendo cortada na segunda. Assim, ocorre um ciclo variável de desenvolvimento da cana-de-açúcar. Favorecido nos três meses iniciais, sendo limitado por cinco meses (abril a agosto). Em seguida, durante 7 meses (setembro a abril), a planta de cana volta a vegetar com toda a intensidade, e então amadurece nos meses de inverno. Tem-se, então, aproximadamente 10 meses de desenvolvimento vegetativo, o que resulta em maior produção (DA SILVA; DA SILVA, 2012).

          Após o corte da cana-planta, inicia-se um novo ciclo de aproximadamente 12 meses, é o ciclo das soqueiras ou cana-soca. Fatores ambientais que afetam o ciclo da cana-planta também afetam o ciclo das socas (DA SILVA; DA SILVA, 2012).

          Para cana-de-ano e soca a fase de maior desenvolvimento ocorre na primeira metade do grande período de desenvolvimento, enquanto para a cana-de-ano-e-meio, isso acontece na segunda metade do grande período de desenvolvimento. Tanto para cana-planta, quanto para soca o ponto máximo de vegetação da cana-de-açúcar ocorre anualmente em dezembro (DA SILVA; DA SILVA, 2012).

          Nessa época, fatores como luz e comprimento do dia associam-se a fatores hidrotérmicos, mostrando, assim, a sua importância na produção de cana-de-açúcar. Para aproveitar todo o potencial da melhor época de vegetação, é necessário que o sistema radicular da touceira esteja bem desenvolvido e que haja de 12 a 14 folhas em pleno desenvolvimento (DA SILVA; DA SILVA, 2012).

Manejo de adubação

          A adubação é um dos fatores que mais determina a produtividade. As plantas necessitam tanto de macro quanto de micronutrientes, visto que esses elementos desempenham funções vitais em seu metabolismo. Após terminar a sistematização do terreno, o produtor deve coletar amostras de solo em cada talhão para análise com vistas às operações de correção do solo e adubação (SILVA, 2009).

          Antes de abordar as exigências nutricionais da cana-de- açúcar, é importante destacar todas as fases de seu desenvolvimento e a marcha de absorção dos nutrientes nestas fases. O ciclo da cana pode ser dividido em três fases, de acordo com Oliveira et al., 2011: 

          Primeira fase: caracterizada pelo crescimento da cultura, enraizamento e perfilhamento. Neste estádio o acúmulo de biomassa é pequeno, geralmente na ordem de 10% tanto no ciclo da cana-planta quanto no ciclo da cana-soca. Normalmente esta fase dura cerca de 120 dias na cana-planta e 90 dias na cana-soca.

          Segunda fase: se caracteriza pelo acúmulo intenso de biomassa, em que as taxas de extração de nutrientes se aceleram até um pico máximo e posteriormente voltam a se estabilizar. Nessa fase ocorre acúmulo de aproximadamente 80% da matéria seca e dos nutrientes requeridos pelas plantas.

          Terceira fase: é a de estabilização do crescimento, quando ocorre baixo acúmulo de biomassa e nutrientes, normalmente inferior a 10% do total acumulado em todo o ciclo. Essa fase ocorre simultaneamente a fase de maturação dos colmos.

          Na figura 2 temos a divisão destas fases:

Figura 2. Marcha de acúmulo de matéria seca, nitrogênio, fósforo e potássio na cana-planta. Fonte: Adaptada de Oliveira et al., 2011.

Exigências de Macronutrientes

  • Adubação cana-planta

Nitrogênio

          A exigência de nitrogênio na cultura da cana-de-açucar é relativamente baixa quando comparada com o nutriente mais exportado pela cultura, o potássio. Entre os fatores que contribuem para isso está a ocorrência da fixação biológica de N na cultura em função da associação da planta com bactérias endofíticas fixadoras de N (CQFS, 2016). 

 

Tabela 1 – Exigência de nitrogênio para cultura de cana-de-açúcar.

Fonte: CQFS-COMISSÃO DE QUÍMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.

 

          Aplicar 10 a 20 kg de N/ha no plantio, no fundo do sulco, e o restante em cobertura antes do fechamento do canavial (aproximadamente entre 90 e 100 dias após o plantio) (CQFS, 2016).

Fósforo e potássio 

          O potássio desempenha diversas funções metabólicas e estruturais na planta. Nos solos da região tropical, os teores de potássio (K) normalmente são baixos (normalmente inferiores a 1,5 mmolc dm-3), tornando necessária a complementação desse nutriente com fertilizantes para possibilitar produtividades sustentáveis (OTTO et al., 2010). O K, seguido pelo N, é o nutriente mais absorvido pela cana-de-açúcar. Para cada 100 t ha-1 de colmos, são exportados cerca de 150 kg ha-1 de K2O (OTTO et al., 2019), embora em solos com teores elevados de K a exportação pelos colmos possa atingir 285 kg ha-1 de K2O (FRANCO et al., 2008).

          O suprimento de K para as plantas advém da solução e dos sítios de troca dos coloides do solo, que estão em equilíbrio com o K não trocável e com o K estrutural dos minerais (SPARKS; HUANG, 1985). O teor trocável é a principal fonte de reposição do K para a solução (RAIJ, 1991), o qual, por sua vez, pode ser absorvido pelas plantas, adsorvido às cargas negativas do solo ou perdido por lixiviação. 

          O K adicionado via adubação potássica, assim como aquele disponibilizado da palha que permanece sobre o solo, pode ser intensamente lixiviado no perfil do solo, dependendo da quantidade de chuva, da dose de nutriente e da textura do solo, entre outros fatores (ROSOLEM et al., 2006). Rosolem e Nakagawa (2001) observaram aumento na lixiviação de K no perfil de um solo de textura média quando foram aplicadas doses acima de 80 kg ha-1 de K2O por ano, independentemente do modo de aplicação do fertilizante. Além de favorecer a lixiviação, o K aplicado em doses elevadas e de uma única vez pode causar a salinização da região que recebe o fertilizante, podendo causar toxidez às raízes das plantas (OTTO et al., 2010). 

 

Tabela 2 – Exigência de fósforo e potássio para cultura da cana de açúcar.

 Fonte: Vitti et al., 2015

 

          A aplicação de fósforo e potássio deve ser realizada juntamente com o N no plantio, no fundo do sulco. Em solos arenosos, recomenda-se fracionar a adubação potássica aplicando-se 2/3 por ocasião do plantio ou após o corte e o restante em cobertura, juntamente com o nitrogênio (CQFS, 2016).

          Os resultados obtidos por Otto et al. (2010) mostraram que o K desempenha papel importante no crescimento da cana-de-açúcar, na produtividade de colmos e na produtividade de açúcar, especialmente em solos com baixos teores do nutriente. Doses excessivas de K (superiores a 150 kg ha-1 de K2O) limitaram o crescimento e a produtividade da cana-de-açúcar nas condições experimentais. (OTTO et al., 2010).

          Podemos falar também sobre os fatores externos que influenciam a resposta das culturas à adubação fosfatada, que é influenciada pela, umidade, mineralogia e textura do solo as quais são fundamentais para se determinar a disponibilidade de P para as plantas (SANTOS et al., 2008; SOUZA JÚNIOR et al., 2012; OLIVEIRA et al., 2013) e o potencial produtivo do canavial (CERRI; MAGALHÃES, 2012).

          O uso de fontes orgânicas de fósforo tem papel fundamental para a vida de micro-organismos, aumentando a capacidade de troca catiônica (CTC) e a mobilidade de P no solo (ALMEIDA 2002). Sendo assim, nos últimos anos, o uso de fontes alternativas de P tem adquirido grande importância, basicamente em decorrência do custo elevado de fertilizantes fosfatados solúveis e do aumento da oferta de fosfatos naturais e orgânicos de melhor eficiência agronômica (CARAMORI, 2000).

  • Adubação cana-soca

 

Tabela 3 – Exigência de nitrogênio para cultura de cana de açúcar.

Fonte: CQFS-COMISSÃO DE QUÍMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.

 

Tabela 4 – Exigência de fósforo e potássio para cultura de cana de açúcar.

Fonte: CQFS-COMISSÃO DE QUÍMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.

 

          Na adubação de cana-soca, incorporar o fertilizante contendo N, P e K próximo a linha da cana (20 cm) antes do fechamento do canavial. A colheita sem queima deixa grande quantidade de palha na superfície do solo dificultando a incorporação dos fertilizantes. Nessa condição o fertilizante pode ser aplicado sobre a palha ou sobre o solo quando a palha é enleirada. No entanto, caso o fertilizante nitrogenado não seja incorporado, perdas por N por volatilização de amônia são esperadas quando a ureia for utilizada como fonte de N (CQFS, 2016).

          Em solos arenosos recomenda-se o parcelamento da adubação potássica, como descrito para cana-planta (CQFS, 2016). 

Micronutrientes

          A utilização de micronutrientes em cana-de-açúcar está relacionada à essencialidade desses elementos para as plantas e suas funções no metabolismo das mesmas, aos sintomas visuais de deficiência observados a campo em plantas com suprimento inadequado destes elementos, segundo a técnica da diagnose foliar, em comparação com teores de plantas sadias e de canaviais com altas produtividades; aos baixos teores no solo, principalmente nos arenosos, com baixo teor de matéria orgânica e sem a utilização de resíduos da própria indústria canavieira ou de outras fontes orgânicas e as novas variedades mais produtivas e mais exigentes em micronutrientes (VITTI et al apud RIPOLI et al. 2006). 

          A carência de micronutrientes na cana-de-açúcar acarreta reduções de produtividade e, possivelmente, a morte das plantas. A importância dos micronutrientes em programas de adubação foi fundamentada em função das quantidades extraídas dos solos. Essas quantidades podem ser baixas (g ha-1), mas de grande importância para o desenvolvimento da planta, podendo, em condições de baixa disponibilidade no solo, se tornar limitante para o desenvolvimento adequado da cultura (VÁZQUEZ; SANCHES, 2010). Para regiões de solo de baixa fertilidade ou que são explorados durante muitos anos, a ocorrência de deficiência de micronutrientes pode ser agravada. Portanto, a busca de maior produtividade e uma longevidade maior para o canavial torna a adubação com micronutrientes uma prática fundamental (CASARIN; VILLA NOVA; FORLI apud MARQUES, 2006). 

          A quantidade de nutrientes extraídos e acumulados pela cana-de-açúcar depende da variedade, idade da planta, do manejo do solo, do ciclo da cultura e da disponibilidade dos nutrientes no solo (Benett et al. 2012; Benett et al. 2013). Porém a exportação destes elementos pela cultura se dá na seguinte sequência de grandeza: Fe>Mn>Zn>Cu>B>Mo (Orlando Filho et al. 2001).

          Em relação aos micronutrientes, a cultura da cana-de-açúcar extrai 149 e 86 g de boro; 234 e 105 g de cobre; 1393 e 5525 g de ferro; 1052 e 1420 g de manganês e 369 e 223 g de zinco para produzir 100 t de colmos industrializáveis e de folhas, respectivamente (ORLANDO FILHO apud CÂMARA; OLIVEIRA, 1993).

          Para Vázquez e Sanches (2010), o uso de micronutrientes proporciona acréscimos na produtividade da cana-de-açúcar. Melhores resultados são obtidos quando se utilizam aplicações via tolete mais a foliar. A aplicação de micronutrientes via tolete é uma prática eficiente e economicamente viável pois possibilita o uso conjunto com inseticidas, o que diminui os custos e proporciona uma distribuição mais uniforme dos produtos.

Sugestão de fertilização ILSA para aumento de produtividade

          A ILSA Brasil possui uma linha completa de fertilizantes organominerais capazes de suprir as exigências nutricionais da cultura da cana-de-açucar. Todos os fertilizantes são obtidos a partir de duas matrizes orgânicas (AZOGEL® e GELAMIN®) que combinadas com fontes minerais de nutrientes, aumentam a eficiência de absorção e aproveitamento destes elementos pelas plantas, o que contribui para o aumento de produtividade dos canaviais. FERTIL® é um fertilizante sólido para uso via solo que possui em sua composição alto teor de carbono orgânico (o que potencializa a atividade biológica do solo), nitrogênio orgânico que será disponibilizado de forma gradual para a planta permitindo o crescimento vegetativo equilibrado e ainda aminoácidos que atuam em diversos processos metabólicos durante o ciclo produtivo da cana. Sugerimos que FERTIL® seja utilizado no momento de plantio da cana planta de forma a potencializar o desenvolvimento inicial da cultura. A linha GRADUAL MIX® é uma linha de fertilizantes NPK de aplicação via solo que apresenta diversas formulações tanto para plantio (cana-planta) como para cobertura (cana-planta e cana-soca) e combina a matriz AZOGEL® com fontes minerais de fósforo e potássio. Esta combinação permite maior eficiência de utilização dos nutrientes minerais e ainda colabora para a melhoria de parâmetros químicos, físicos e biológicos do solo.

          ILSAMIN POTENTE® é recomendado para uso no sulco de plantio e possui em sua composição a matriz orgânica GELAMIN® e substâncias húmicas capazes de intensificar o processo inicial de enraizamento aumentando a eficiência de absorção de água e nutrientes. AZOSLOW® é obtido a partir da combinação da matriz AZOGEL® com fontes minerais de nitrogênio e sua aplicação é recomendada em cobertura com o objetivo de aumentar a absorção de nitrogênio pela cana diminuindo as perdas pelo processo de volatilização. ILSADRIP Forte®, ILSAMIN Ágile® e ETIXAMIN Mega® são fertilizantes recomendados para a aplicação via folha, de maneira a fornecer nutrientes e aminoácidos de forma rápida e pontual prevenindo possíveis carências ao longo do ciclo.

Referências

AQUINO, Annelyse Farias et al. O etanol da cana de açúcar: possibilidades energéticas da região de Ceará-Mirim-RN. Holos, v. 1, p. 105-125, 2014.

ALMEIDA, R. S. Identificação e caracterização de genes de transportadores de fosfato em cana-deaçúcar (Saccharum spp.). Piracicaba, Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo 2002. 90p. (Dissertação de Mestrado).

ANBANANDAN, V.; ESWARAN, R.  Magnitude of heterosis for yield  and its components in sugarcane (SaccharumofficinarumL.). Journal of Pharmacognosy and  Phytochemistry,  v.  1,  p.  2671-2674, 2018.

BENETT, C. G. S., BUZETTI, S., SILVA, K. S., TEIXEIRA FILHO, M. C. M., GARCIA, C. M. P. e ANDREOTTI, M. Fontes e doses de manganês no acúmulo de nutrientes na palhada em cana-de-açúcar. Bioscience Journal, 28, 1, 8-16, 2012. http://www.seer.ufu.br/index.php/biosciencejournal/article/view/12436/8341.

 BENETT, C. G. S.; BUZETTi, S.; SILVA, K. S., TEIXEIRA FILHO, M. C. M.; COSTA, N. R.; MAEDA, A. S. e ANDREOTTI, M. Acúmulo de nutrientes no colmo de cana-de-açúcar em função de fontes e doses de manganês. Semina: Ciências Agrárias, 34, 3, 1077-1088, 2013. http://dx.doi.org/10.5433/1679-0359.2013v34n3p1077.

CARAMORI, T. B. A. Acúmulo de fósforo e crescimento de Tanzânia-1 em função de níveis de fósforo e calagem, em dois latossolos de Dourados MS. Dourados, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, 2000. 62p. (Dissertação de Mestrado).

CASARIN, V.; VILLA NOVA, V.S.; FORLI, F. Micronutrientes em cana-de-açúcar. In: MARQUES, M.O. et al. (org.) Tópicos em tecnologia sucroalcooleira. Jaboticabal: Gráfica Multipress, 2006. p. 65-76. 

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ZHANG, Jisen et al. Allele-defined genome of the autopolyploid sugarcane Saccharum spontaneum L. Nature genetics, v. 50, n. 11, p. 1565-1573, 2018.

Autores

Eng. Agr. Dra. Angélica Schmitz Heinzen

Eng. Agr. Msc. Carolina Custódio Pinto

Eng. Agr. Msc. Thiago Stella de Freitas

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Perfil Energia Limpa

A Perfil Energia está há mais de 18 anos no mercado de energia atendendo a clientes das mais variadas regiões Brasileiras. Através do seu programa PERFIL SUSTENTÁVEL certifica as organizações contabilizando as emissões de gases de efeito estufa (GEE) regulados pelo Protocolo de Qioto que deixarão de ser emitidos pelo cliente que aderir ao ambiente de contratação livre (ACL).

A ILSA BRASIL possui como propósito transformar o modo de preservar e alimentar o planeta, buscando desenvolver seus produtos de forma sustentável, contribuindo para o crescimento saudável do mercado que estamos inseridos. Desta forma aderimos ao PROGRAMA PERFIL SUSTENTÁVEL, o que nos possibilita irmos de encontro a dois objetivos de desenvolvimento sustentável estabelecidos pela ONU:

7 – Energia limpa e acessível
11 – Cidades e comunidades sustentáveis
12 – Consumo e produção responsáveis
13 – Ação contra a mudança global do clima

Em 20223, com a compra de energia no Ambiente de Contratação Livre, oriunda de fontes renováveis, deixamos de emitir:

56,317 t de CO² o equivalente a 2.559 árvores plantadas