{"id":9532,"date":"2023-10-18T17:28:21","date_gmt":"2023-10-18T20:28:21","guid":{"rendered":"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/?p=9532"},"modified":"2023-10-18T17:28:21","modified_gmt":"2023-10-18T20:28:21","slug":"manejo-de-adubacao-da-cultura-do-tabaco-nicotiana-tabacum-l-com-os-fertilizantes-ilsa-a-fim-de-promover-maior-sustentabilidade-do-sistema-produtivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/es\/manejo-de-adubacao-da-cultura-do-tabaco-nicotiana-tabacum-l-com-os-fertilizantes-ilsa-a-fim-de-promover-maior-sustentabilidade-do-sistema-produtivo\/","title":{"rendered":"Manejo de la fertilizaci\u00f3n del cultivo de tabaco (Nicotiana tabacum L.) con fertilizantes ILSA con el fin de promover una mayor sostenibilidad del sistema productivo."},"content":{"rendered":"<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>A cultura do tabaco\/fumo pertence \u00e0 fam\u00edlia <em>Solanaceae<\/em>, \u00e9 um produto agr\u00edcola processado a partir das folhas de plantas do g\u00eanero <em>Nicotiana<\/em>, cujo representante comercial \u00e9 a esp\u00e9cie Nicotiana tabacum L. Origin\u00e1ria da Am\u00e9rica do Sul, principalmente do M\u00e9xico e dos Andes Bolivianos, da qual \u00e9 extra\u00edda a subst\u00e2ncia chamada Nicotina (JOSEPH, et al., 2015). Entre as principais cultivares est\u00e3o a Virg\u00ednia e a Burley.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>O Brasil posiciona-se como o segundo maior produtor de tabaco em folha, ficando atr\u00e1s somente da China, mantendo, por\u00e9m, a posi\u00e7\u00e3o de maior exportador deste produto no mercado mundial (SOARES et al., 2023).\u00a0 Em 2021, cerca de 86% da produ\u00e7\u00e3o tiveram como destino a exporta\u00e7\u00e3o para a Uni\u00e3o Europeia, \u00c1sia e Estados Unidos, tornando o tabaco um dos produtos agr\u00edcolas de maior relev\u00e2ncia para a balan\u00e7a comercial do pa\u00eds. Dados do mesmo ano revelaram que a exporta\u00e7\u00e3o brasileira foi de 464.430 toneladas, com uma gera\u00e7\u00e3o de receita na ordem de R$ 7,93 bilh\u00f5es (AFUBRA, 2022). A produ\u00e7\u00e3o de tabaco na regi\u00e3o Sul do pa\u00eds, estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paran\u00e1, ocupou uma \u00e1rea de 247 mil hectares, com 560 mil toneladas e gera\u00e7\u00e3o de renda de R$ 9,53 bilh\u00f5es, para 128.448 fam\u00edlias (AFUBRA, 2022).<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Os maiores incentivos aos agricultores na fumicultura s\u00e3o a estabilidade de pre\u00e7os proposta pelas empresas que compram a produ\u00e7\u00e3o e o alto valor agregado do produto (SOARES et al., 2023). Dessa forma, toda a produ\u00e7\u00e3o de fumo brasileira \u00e9 realizada no sistema integrado a ind\u00fastria, no qual as fumageiras s\u00e3o respons\u00e1veis pelo fornecimento dos insumos utilizados em todo processo produtivo, desde financiamentos, assist\u00eancia t\u00e9cnica ao produtor e garantia de compra do produto (SOUZA CRUZ, 2016). Em compara\u00e7\u00e3o com outras culturas, o tabaco se destaca por sua rentabilidade em pequenas \u00e1reas, o produtor tem integra\u00e7\u00e3o com a ind\u00fastria, que oferece compra garantida da produ\u00e7\u00e3o contratada, ainda h\u00e1 cr\u00e9dito pelos bancos, seguros desde a lavoura at\u00e9 a chegada do produto na empresa, com esses fatores em m\u00e3os o produtor sente-se mais seguro e pode trabalhar em pequenas \u00e1reas (NUNES, 2012).<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>O cultivo de tabaco n\u00e3o produz mat\u00e9ria-prima somente para a ind\u00fastria do cigarro.\u00a0 Por meio do melhoramento gen\u00e9tico, plantas como a <em>Nicotiana benthamiana<\/em> e <em>Nicotiana tobaccum<\/em> est\u00e3o sendo utilizadas como mat\u00e9ria-prima para a fabrica\u00e7\u00e3o de produtos que atendem uma grande variedade de terapias com base em prote\u00ednas para tratamento do ebola, do c\u00e2ncer e do HIV\/AIDS (ZAMPIERI, 2015, citado por SOARES 2023).<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Na regi\u00e3o Sul, o n\u00famero de agricultores que dependem do tabaco vem diminuindo, na safra 2020\/2021 para a safra 2021\/2022 houve uma redu\u00e7\u00e3o de 6,67%, 9.170 fam\u00edlias produtoras deixaram a atividade, 26.766 hectares n\u00e3o cultivados, uma diferen\u00e7a de 67.308 toneladas de tabaco que deixaram de ser produzidas.\u00a0 Isso \u00e9 preocupante,\u00a0 pois\u00a0 o\u00a0 setor\u00a0 fumageiro brasileiro\u00a0 em\u00a0 grande\u00a0 parte\u00a0 \u00e9\u00a0 voltado\u00a0 ao\u00a0 mercado internacional,\u00a0 colaborando\u00a0 para\u00a0 o\u00a0 super\u00e1vit\u00a0 da\u00a0 balan\u00e7a comercial brasileira e, socialmente, \u00e9 respons\u00e1vel por dois milh\u00f5es de empregos diretos, revelando a sua import\u00e2ncia como\u00a0 principal\u00a0 produto\u00a0 agr\u00edcola\u00a0 gerador\u00a0 de\u00a0 renda\u00a0 para\u00a0 a pequena\u00a0 propriedade\u00a0 e\u00a0 munic\u00edpios\u00a0 produtores,\u00a0 superando culturas como trigo, uva e cacau (AFUBRA, 2022).<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Como a produ\u00e7\u00e3o do tabaco no Brasil tem como base as pequenas propriedades, tendo em m\u00e9dia tamanho de 14,6 hectares onde desses 17% s\u00e3o destinados ao plantio. Em torno de 53,2% representa a renda familiar dos agricultores. Al\u00e9m do cultivo do tabaco essas fam\u00edlias tamb\u00e9m produzem alimentos para consumo pr\u00f3prio, sendo 33% para subsist\u00eancia, 25% cria\u00e7\u00f5es de animais, 15% florestas nativas e 10% reflorestamento (SINDITABACO, 2019).<\/p>\n<p><strong>Exig\u00eancias nutricionais <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>O tabaco \u00e9 uma cultura exigente em N e K, fazendo-se necess\u00e1rio a aduba\u00e7\u00e3o equilibrada para repor esses nutrientes no solo com objetivo de maximizar a produtividade e garantir a qualidade da produ\u00e7\u00e3o (JESUS, 2016). A aduba\u00e7\u00e3o em cobertura depende do tipo do solo, planta, tipo do fertilizante, expectativa de produtividade e qualidade, visando isso, utiliza-se em m\u00e9dia a recomenda\u00e7\u00e3o das agroind\u00fastrias fumageiras que segundo Kaiser (2006) \u00e9 de 400 kg\/ha<sup>-\u00b9<\/sup> e segundo Oliveira e Costa (2012) a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 de 500 a 600 kg\/ha<sup>-\u00b9<\/sup>.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>De acordo com o manual de calagem e aduba\u00e7\u00e3o para os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul (2016), para cultura do tabaco (tabela 1), foi elaborado por t\u00e9cnicos vinculados \u00e1s empresas integradoras do setor de tabaco, as recomenda\u00e7\u00f5es para a cultura se referem a uma popula\u00e7\u00e3o de 15.000 a 17.000 plantas\/ha para o tabaco tipo Virg\u00ednia e de 18.000 a 20.000 plantas\/ha para o tabaco tipo Burley.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table width=\"350\">\n<tbody>\n<tr>\n<td rowspan=\"2\" width=\"144\">Teor de mat\u00e9ria org\u00e2nica no solo<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"206\">Tipo de tabaco<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"102\">Virg\u00ednia<\/td>\n<td width=\"104\">Burley<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\">%<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"206\">kg de N\/ha<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\">\u2264 1,0<\/td>\n<td width=\"102\">160 &#8211; 180<\/td>\n<td width=\"104\">190 -210<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\">1,1 &#8211; 2,0<\/td>\n<td width=\"102\">140 &#8211; 160<\/td>\n<td width=\"104\">180 &#8211; 190<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\">2,1 &#8211; 3,0<\/td>\n<td width=\"102\">120 &#8211; 140<\/td>\n<td width=\"104\">160 &#8211; 180<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\">3,1 &#8211; 4,0<\/td>\n<td width=\"102\">110 &#8211; 120<\/td>\n<td width=\"104\">140 &#8211; 160<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\">4,1 &#8211; 5,0<\/td>\n<td width=\"102\">100 &#8211; 110<\/td>\n<td width=\"104\">120 &#8211; 140<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\">&gt; 5,0<\/td>\n<td width=\"102\">\u2264 100<\/td>\n<td width=\"104\">\u2264 120<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tabela 1- Exig\u00eancia de nitrog\u00eanio para cultura do tabaco.<\/p>\n<p>Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Aplicar entre 60 e 80 kg de N\/ha na aduba\u00e7\u00e3o de plantio, em pr\u00e9-transplante, e o restante em cobertura. As quantidades de N a aplicar em cobertura, de forma parcelada, variam conforme o tipo de tabaco, o teor de mat\u00e9ria org\u00e2nica e a textura do solo, as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e as vari\u00e1veis relacionadas \u00e1 qualidade e estilo do tabaco a ser produzido. Para o tabaco tipo Virg\u00ednia \u00e9 recomentado que no m\u00ednimo 50% da aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada seja proveniente de fertilizantes n\u00edtricos (CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016).<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Recomenda-se o uso de plantas de cobertura ou aduba\u00e7\u00e3o verde no per\u00edodo entre dois cultivos, objetivando a conserva\u00e7\u00e3o do solo e a melhoria de suas caracter\u00edsticas qu\u00edmicas, f\u00edsicas e biol\u00f3gicas. No caso de utiliza\u00e7\u00e3o de leguminosas, podem-se reduzir aplica\u00e7\u00f5es de N em cobertura, de acordo com o desenvolvimento da cultura (CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016).<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>A aduba\u00e7\u00e3o fosfatada deve ser aplicada inteiramente no plantio (tabela 2). Para aduba\u00e7\u00e3o pot\u00e1ssica, aplicar em 60 e 80 kg de K<sub>2<\/sub>O\/ha no plantio, em pr\u00e9-transplante, e o restante em cobertura. Na escolha das fontes de fertilizantes, deve-se limitar a quantidade de cloro aplicada em, no m\u00e1ximo, 50 kg de Cl\/ha (usado somente em aduba\u00e7\u00e3o no plantio) (CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table width=\"425\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"144\">Interpreta\u00e7\u00e3o do teor de P ou de K no solo<\/td>\n<td width=\"111\">F\u00f3sforo (Virg\u00ednia\/Burley)<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"170\">Pot\u00e1ssio<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\">&nbsp;<\/td>\n<td width=\"111\">&nbsp;<\/td>\n<td width=\"85\">Virg\u00ednia<\/td>\n<td width=\"85\">Burley<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\"><\/td>\n<td width=\"111\">Kg de P<sub>2<\/sub>O<sub>5<\/sub>\/ha<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"170\">Kg de K<sub>2<\/sub>O\/ha<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\">Muito baixo<\/td>\n<td width=\"111\">120<\/td>\n<td width=\"85\">200<\/td>\n<td width=\"85\">210<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\">Baixo<\/td>\n<td width=\"111\">80<\/td>\n<td width=\"85\">160<\/td>\n<td width=\"85\">170<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\">M\u00e9dio<\/td>\n<td width=\"111\">60<\/td>\n<td width=\"85\">140<\/td>\n<td width=\"85\">150<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\">Alto<\/td>\n<td width=\"111\">40<\/td>\n<td width=\"85\">120<\/td>\n<td width=\"85\">130<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"144\">Muito alto<\/td>\n<td width=\"111\">20<\/td>\n<td width=\"85\">\u2264105<\/td>\n<td width=\"85\">\u2264 115<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Tabela 2- Exig\u00eancia de f\u00f3sforo e pot\u00e1ssio na cultura do tabaco.<\/p>\n<p>Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Em sistemas conservacionistas de solo, com plantio direto na palha, podem-se reduzir as doses de P<sub>2<\/sub>O<sub>5<\/sub> e K<sub>2<\/sub>O aplicadas. Nesse caso, seguir a orienta\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia t\u00e9cnica (CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016).<\/p>\n<p>O conhecimento da marcha de absor\u00e7\u00e3o, taxa de ac\u00famulo de nutrientes e mat\u00e9ria seca permite definir a exig\u00eancia dos elementos requeridos em cada est\u00e1dio fenol\u00f3gico da cultura (CREMONESI et al., 2019). Com isso, pode-se estimar a exporta\u00e7\u00e3o pela colheita e o quanto \u00e9 necess\u00e1rio retornar ao solo (ECHER et al. 2009, KURTZ et al. 2016), sendo essencial para o manejo da aduba\u00e7\u00e3o. Pesquisas sobre marcha de absor\u00e7\u00e3o de nutrientes pelas culturas podem auxiliar no planejamento das aduba\u00e7\u00f5es para a otimiza\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia nutricional e incremento da produ\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que expressa na forma de curvas de resposta em fun\u00e7\u00e3o da idade das plantas, informa \u00e9pocas em que essas absorvem os nutrientes em maiores quantidades, aumentando, assim, o conhecimento de \u00e9pocas em que a adi\u00e7\u00e3o de nutrientes \u00e0s plantas faz-se necess\u00e1rio (DI\u00d3GENES, 2016).<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Os micronutrientes s\u00e3o assim chamados pela baixa quantidade absorvida em rela\u00e7\u00e3o aos macronutrientes (KIRKBY 2012), por\u00e9m sua car\u00eancia afeta o crescimento e a produtividade da planta. As fun\u00e7\u00f5es dos micronutrientes est\u00e3o relacionadas \u00e0 atividade enzim\u00e1tica, catalisa\u00e7\u00e3o de rea\u00e7\u00f5es, e demais processos fisiol\u00f3gicos e bioqu\u00edmicos (DINIZ et al. 1999). Em experimento realizado por Cremonesi et al., (2019) com mudas do h\u00edbrido Virg\u00ednia 405 foram avaliados a massa de mat\u00e9ria seca, conte\u00fado e taxas de ac\u00famulo di\u00e1rias dos micronutrientes e Al no caule e folhas da planta. Verificou-se que o m\u00e1ximo ac\u00famulo de mat\u00e9ria seca foi pr\u00f3ximo aos 68 dias, ap\u00f3s o transplantio (DAT), obteve aproximadamente 3,2 t ha<sup>-1<\/sup> de mat\u00e9ria seca ao final do ciclo, com 61,3% representados pelas folhas; e o pico de ac\u00famulo para a maioria dos micronutrientes ocorreu a partir dos 105 DAT. A ordem de ac\u00famulo de micronutrientes para o tabaco foi Fe&gt;Mn&gt;B&gt;Zn&gt;Cu com 98,2, 85,3, 79,2, 59,6 e 62,5%, respectivamente, al\u00e9m dos valores m\u00e1ximos obtidos aos 105, 135, 135, 135 e 110 DAT, respectivamente, onde mais de 60% dos micronutrientes absorvidos foram depositados nas folhas. O ac\u00famulo de Al foi de 36 kg ha<sup>-1<\/sup>, com 98,2% depositado nas folhas.<\/p>\n<p><strong>Manejo e conserva\u00e7\u00e3o do solo<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>As pr\u00e1ticas conservacionistas de manejo possuem como objetivo reduzir os riscos de eros\u00e3o do solo. Em solos bem estruturados, descompactados, com acidez e fertilizantes corrigidas e com muita palhada, recomenda-se utilizar os sistemas de cultivo m\u00ednimo ou de plantio direto. O uso de rota\u00e7\u00e3o de culturas, evitando-se outras esp\u00e9cies da fam\u00edlia das <em>solan\u00e1ceas<\/em>, \u00e9 recomend\u00e1vel para o controle fitossanit\u00e1rio e a ciclagem de nutrientes (CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016).<\/p>\n<p><strong>Fatores que devem ser levados em considera\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>O tabaco \u00e9 uma cultura exigente em N e K, fazendo-se necess\u00e1rio a aduba\u00e7\u00e3o equilibrada para repor estes elementos no solo com o objetivo de maximizar a produtividade e garantir a qualidade da produ\u00e7\u00e3o a fim de atender as necessidades dos consumidores (JESUS, 2016). Por qualidade entende-se o balan\u00e7o adequado de nicotina e a\u00e7\u00facar para obten\u00e7\u00e3o de um sabor agrad\u00e1vel, estas caracter\u00edsticas adequadas est\u00e3o presentes em folhas colhidas de forma gradativa na planta conforme matura\u00e7\u00e3o, apresentando colora\u00e7\u00e3o laranja intenso ap\u00f3s o processo de cura (YANG et al., 2015).<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Para Jesus (2016) o manejo da aduba\u00e7\u00e3o de cobertura \u00e9 complexo, sendo que o N possuiu uma din\u00e2mica muito peculiar, devido \u00e0 diversidade das formas qu\u00edmicas, rea\u00e7\u00f5es e processos aos quais est\u00e1 envolvido. O N no solo est\u00e1 sujeito a diversas perdas, principalmente por lixivia\u00e7\u00e3o de nitrato e volatiliza\u00e7\u00e3o de am\u00f4nia, tanto a partir de fertilizantes minerais ou de res\u00edduos org\u00e2nicos. O manejo a ser adotado na aduba\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para mitigar essas perdas, cuja din\u00e2mica est\u00e1 diretamente relacionada com a efici\u00eancia do uso do N aplicado via fertilizantes. Da mesma forma, o K tamb\u00e9m apresenta suas peculiaridades no solo, sendo que sua perda ocorre fundamentalmente por lixivia\u00e7\u00e3o. Para aumentar o aproveitamento dos fertilizantes nitrogenados e pot\u00e1ssicos tem-se buscado novas tecnologias, a exemplo do uso de fertilizantes de libera\u00e7\u00e3o lenta ou controlada. Com isso, pretende-se minimizar as perdas por lixivia\u00e7\u00e3o e, no caso do N, tamb\u00e9m por volatiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Com o cultivo do solo por v\u00e1rios anos, podem ocorrer perdas de MO, o que afeta o teor de N. Outra raz\u00e3o para a redu\u00e7\u00e3o da MO est\u00e1 relacionada com as queimadas e o revolvimento do solo, por ara\u00e7\u00f5es e gradagens, que favorecem sua oxida\u00e7\u00e3o. As redu\u00e7\u00f5es de MO s\u00e3o mais r\u00e1pidas no in\u00edcio dos cultivos, at\u00e9 que seja atingido um novo teor de equil\u00edbrio, o que pode levar d\u00e9cadas para acontecer (JESUS, 2016).<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Uma fonte de N e K \u00e9 o nitrato de pot\u00e1ssio (KNO<sub>3<\/sub>), conhecido como NOP, \u00e9 comumente produzido por meio da rea\u00e7\u00e3o do KCl com uma fonte de nitrato. O nitrato pode vir do nitrato de s\u00f3dio, do \u00e1cido n\u00edtrico ou do nitrato de am\u00f4nia (RODRIGUES et al, 2014). Tendo como grande import\u00e2ncia comercial o Salitre do Chile sendo um produto natural extra\u00eddo no deserto do Atacama, no Chile. Ele \u00e9 um fertilizante de alta solubilidade e pureza, fornecendo nitrato de pot\u00e1ssio e s\u00f3dio, com alguns micro nutrientes. Por\u00e9m, a utiliza\u00e7\u00e3o desse sal pode aumentar a press\u00e3o osm\u00f3tica da solu\u00e7\u00e3o, fazendo com que a absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua pelas plantas seja reduzida.<\/p>\n<p>A aduba\u00e7\u00e3o mineral proporciona a produtividade imediata das culturas, no entanto sucessivas aplica\u00e7\u00f5es de fertilizante s\u00e3o necess\u00e1rias ao manejo, devido ao r\u00e1pido esgotamento de nutrientes dispon\u00edveis para as plantas. Esses fertilizantes provocam gastos excessivos, desgastes no solo e limita\u00e7\u00f5es do potencial produtivo nas culturas (RABELO, 2015). Al\u00e9m disso, ao longo do tempo, dependendo da dose aplicada, podem ocasionar acidifica\u00e7\u00e3o do solo, principalmente no caso do nitrog\u00eanio (FRANCIOLI et al., 2016; REZENDE, 2022). Durante os \u00faltimos anos, o uso de adubos com tecnologia de libera\u00e7\u00e3o lenta\u00a0\u00a0 ou\u00a0\u00a0 controlada\u00a0\u00a0 aumentou\u00a0\u00a0 significativamente, como os <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/utilizacao-de-fertilizantes-organominerais-como-estrategia-para-a-obtencao-de-uma-agricultura-mais-sustentavel\/\">organominerais<\/a> e os polimerizados, que apresentam alta efici\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o aos fertilizantes convencionais (SILVA, 2017).<\/p>\n<p><strong>Tipos de manejo de solo no cultivo do tabaco<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Existem tr\u00eas tipos de manejo do solo utilizados no plantio de tabaco, o convencional, o cultivo m\u00ednimo e o plantio direto (PRADELLA, 2018). \u201cO preparo do solo \u00e9 uma das opera\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas na qual se procura alterar seu estado f\u00edsico, qu\u00edmico e biol\u00f3gico, de forma a proporcionar melhores condi\u00e7\u00f5es para o m\u00e1ximo desenvolvimento das plantas cultivadas\u201d. O manejo inadequado pode provocar degrada\u00e7\u00e3o do solo, eros\u00e3o e perda de nutrientes (DERPSCH, 1985 apud GABRIEL FILHO et al., 2000, p. 954).<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Manejo convencional do solo \u00e9 o revolvimento do solo em suas camadas superficiais que tem o objetivo de incorporar calc\u00e1rio e fertilizante, al\u00e9m disso, objetiva aumentar a porosidade, a permeabilidade e facilitar a absor\u00e7\u00e3o e de \u00e1gua e ar e com isso, o bom desenvolvimento das plantas (PRADELLA, 2018). Tamb\u00e9m incorpora a cobertura verde, seja ela de daninhas ou aduba\u00e7\u00e3o verde. O processo convencional \u00e9 realizado com a ara\u00e7\u00e3o e gradagem do solo (GABRIEL FILHO et al., 2000, p. 954). Este sistema requer aten\u00e7\u00e3o \u00e0 topografia do terreno, \u201cEm terrenos com declividade de at\u00e9 5%, devem ser constru\u00eddos terra\u00e7os de base larga. Em declividades de 5% a 12%, \u00e9 recomend\u00e1vel a constru\u00e7\u00e3o de terra\u00e7os de base estreita. [&#8230;].\u201d (BARBOSA et al., 2009, p. 2).<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>O cultivo m\u00ednimo compreende o m\u00ednimo de manipula\u00e7\u00e3o, revolvimento do solo no preparo para o plantio de alguma cultura, \u00e9 recomendado onde o solo n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o compactado (PRADELLA, 2018). \u00c9 realizada a subsolagem que descompacta o solo na linha do plantio, indicado principalmente a lavouras com declive para impedir maior eros\u00e3o (ROSSETTO; SANTIAGO, 2018). Segundo os autores o cultivo m\u00ednimo tem vantagens com rela\u00e7\u00e3o ao tradicional principalmente a redu\u00e7\u00e3o da eros\u00e3o e a redu\u00e7\u00e3o dos custos de preparo do solo. Para Barbosa et al. (2009, p. 2) da Embrapa o cultivo m\u00ednimo \u00e9 um sistema de manejo do solo intermedi\u00e1rio \u201ccom pouca movimenta\u00e7\u00e3o do solo.\u201d<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>O plantio direto \u00e9 um sistema de preparo do solo com o m\u00ednimo de interfer\u00eancia do homem no ambiente de plantio, somente no sulco de plantio, entretanto requer a desseca\u00e7\u00e3o das plantas existentes na lavoura (PRADELLA, 2018). De acordo com Barbosa et al. (2009, p. 2) o plantio direto \u201cpossibilita aliar menor mobiliza\u00e7\u00e3o do solo e preserva\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria org\u00e2nica, sendo assim de fundamental import\u00e2ncia n\u00e3o s\u00f3 para a sustentabilidade do ambiente, [&#8230;]\u201d bem como \u201cinflu\u00eancia direta e indireta nos processos qu\u00edmicos, f\u00edsico-qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos do solo.<\/p>\n<p><strong>Cobertura do solo<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>O <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/incremento-na-qualidade-do-solo-com-a-utilizacao-de-plantas-de-cobertura\/\">cultivo de plantas de cobertura<\/a>, Pauletti et al. (2009) apresenta a capacidade de\u00a0 promover a absor\u00e7\u00e3o de\u00a0nutrientes em camadas profundas do solo e acumul\u00e1-los na parte a\u00e9rea, proporciona benef\u00edcios para a cultura sucessora ap\u00f3s\u00a0a\u00a0degrada\u00e7\u00e3o\u00a0da\u00a0palhada na\u00a0superf\u00edcie do solo, al\u00e9m de\u00a0demostrar import\u00e2ncia no manejo para o controle de\u00a0plantas\u00a0daninhas (SODR\u00c9 FILHO\u00a0\u00a0 et\u00a0\u00a0 al.,\u00a0 2008). Al\u00e9m disso, como vimos anteriormente a utiliza\u00e7\u00e3o de leguminosas como cobertura antecedendo a cultura do fumo pode reduzir a quantidade de N aplicado em cobertura.<\/p>\n<p>Por conseguinte, a utiliza\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas conservacionistas, a escolha de fertilizantes que possam colaborar com os processos do solo evitando seu esgotamento, al\u00e9m de toda tecnologia empregada no manejo da produ\u00e7\u00e3o fazendo com que o produtor utilize equipamentos adequados para reduzir o contato direto com o fumo e a utiliza\u00e7\u00e3o correta de fertilizantes e defensivos devem ser corretamente utilizados para que a rentabilidade do produtor, a ciclagem continua do solo atuem de forma a viabilizar toda cadeia de produ\u00e7\u00e3o do tabaco.<\/p>\n<p><strong>Posicionamento ILSA para o tabaco<\/strong><\/p>\n<p>A ILSA \u00e9 refer\u00eancia mundial na busca e transforma\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias-primas renov\u00e1veis em produtos de alto desempenho para a agricultura moderna. Trabalhamos com fertilizantes org\u00e2nicos e organominerais de aplica\u00e7\u00e3o via solo e via folha, produzidos a partir do col\u00e1geno. Nossas matrizes org\u00e2nicas AZOGEL<sup>\u00ae<\/sup> e GELAMIN<sup>\u00ae<\/sup> s\u00e3o obtidas atrav\u00e9s de processos inovadores e sustent\u00e1veis que garantem a obten\u00e7\u00e3o de fertilizantes de alto valor nutricional e de alta homogeneidade (sem varia\u00e7\u00f5es nas mat\u00e9rias-primas e nas garantias.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-9533\" src=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/captura-de-tela-2023-10-18-172353-300x150.png\" alt=\"\" width=\"388\" height=\"194\" srcset=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/captura-de-tela-2023-10-18-172353-300x150.png 300w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/captura-de-tela-2023-10-18-172353-1024x512.png 1024w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/captura-de-tela-2023-10-18-172353-768x384.png 768w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/captura-de-tela-2023-10-18-172353-100x50.png 100w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/captura-de-tela-2023-10-18-172353-220x110.png 220w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/captura-de-tela-2023-10-18-172353-255x128.png 255w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/captura-de-tela-2023-10-18-172353-85x43.png 85w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/captura-de-tela-2023-10-18-172353-140x70.png 140w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/captura-de-tela-2023-10-18-172353.png 1157w\" sizes=\"(max-width: 388px) 100vw, 388px\" \/><\/p>\n<p>Figura 1. Sugest\u00e3o de fertiliza\u00e7\u00e3o ILSA de acordo com as fases fenol\u00f3gicas do tabaco.<\/p>\n<p>Fonte Imagem: SQM \u2013 Solutions for human progress<\/p>\n<p>A ILSA possui em seu portf\u00f3lio uma linha completa de fertilizantes capazes de suprir as exig\u00eancias nutricionais da cultura do tabaco (Figura 1). \u00a0No transplante das mudas a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o da linha de fertilizantes organominerais de aplica\u00e7\u00e3o via solo GRADUAL MIX<sup>\u00ae<\/sup>. GRADUAL MIX<sup>\u00ae<\/sup> fornece macronutrientes (NPK) de forma mais eficiente devido a presen\u00e7a da matriz org\u00e2nica <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/matriz-azogel-exclusividade-da-ilsa-brasil\/\">AZOGEL<\/a><sup>\u00ae<\/sup>, que possui em sua composi\u00e7\u00e3o carbono e nitrog\u00eanio org\u00e2nicos que favorecem respectivamente, a atividade biol\u00f3gica do solo e o desenvolvimento vegetativo equilibrado, devido ao fornecimento de nitrog\u00eanio de forma gradual, durante todo o ciclo produtivo.<\/p>\n<p>Conforme discutido no texto a cultura do tabaco \u00e9 altamente exigente em N e K, sendo necess\u00e1ria a aplica\u00e7\u00e3o destes dois nutrientes em cobertura. Para este momento o fertilizante FERTI COMPLEX<sup>\u00ae<\/sup> de aplica\u00e7\u00e3o via solo \u00e9 o mais indicado. FERTI COMPLEX<sup>\u00ae<\/sup> \u00e9 obtido a partir da combina\u00e7\u00e3o em um \u00fanico pellet da matriz AZOGEL<sup>\u00ae<\/sup> com fontes minerais de N e K o que permite maior aproveitamento dos nutrientes minerais e menores perdas pelos processos de volatiliza\u00e7\u00e3o e lixivia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os fertilizantes para o manejo de solo da ILSA s\u00e3o caracterizados pela libera\u00e7\u00e3o gradativa de nitrog\u00eanio al\u00e9m de serem ricos em carbono org\u00e2nico, o que potencializa a atividade de microrganismos no solo, o que ir\u00e1 interferir na mineraliza\u00e7\u00e3o de nutrientes; incremento de mat\u00e9ria org\u00e2nica no solo; maior absor\u00e7\u00e3o de pot\u00e1ssio e outros c\u00e1tions devido ao aumento de CTC; contribuindo assim com o manejo e conserva\u00e7\u00e3o do solo.<\/p>\n<p>Para o manejo de fertiliza\u00e7\u00e3o foliar os fertilizantes recomendados s\u00e3o ETIXAMIN MEGA<sup>\u00ae<\/sup> e ILSAMIN \u00c1GILE<sup>\u00ae<\/sup>. ETIXAMIN MEGA \u00e9 obtido pela combina\u00e7\u00e3o da matriz org\u00e2nica GELAMIN<sup>\u00ae<\/sup> rica em amino\u00e1cidos, com fontes minerais de macro e micronutrientes. MEGA permite o equil\u00edbrio nutricional das plantas, prevenindo poss\u00edveis car\u00eancias. ILSAMIN \u00c1GILE<sup>\u00ae<\/sup> fornece amino\u00e1cidos de r\u00e1pida absor\u00e7\u00e3o que interferem em diversos processos metab\u00f3licos das plantas, inclusive na supera\u00e7\u00e3o de estresses clim\u00e1ticos.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p>AFUBRA_Associa\u00e7\u00e3o dos Fumicultores do Brasil. Fumicultura no Brasil. Fumicultura regional, 2022. Dispon\u00edvel em:\u00a0 <a href=\"https:\/\/afubra.com.br\/fumicultura-brasil.html\">https:\/\/afubra.com.br\/fumicultura-brasil.html<\/a><\/p>\n<p>BARBOSA, F. R. et al. Sistema de Produ\u00e7\u00e3o Integrada do Feijoeiro Comum na Regi\u00e3o Central Brasileira. EMBRAPA. 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