{"id":5008,"date":"2021-10-21T15:15:24","date_gmt":"2021-10-21T18:15:24","guid":{"rendered":"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/?p=5008"},"modified":"2021-10-29T15:46:13","modified_gmt":"2021-10-29T18:46:13","slug":"efeitos-de-aminoacidos-em-plantas-adultas-de-macieira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/es\/efeitos-de-aminoacidos-em-plantas-adultas-de-macieira\/","title":{"rendered":"Efeitos de amino\u00e1cidos em plantas adultas de macieira"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>A cultura da macieira (<em>Malus domestica<\/em> Borhk), de acordo com Petri et al. (2011), iniciou seu desenvolvimento comercial no Brasil na d\u00e9cada de 70, sendo que at\u00e9 esta data foram poucos os plantios comerciais, representando menos de 100 ha. Atualmente, o estado de Santa Catarina \u00e9 o maior produtor nacional de ma\u00e7\u00e3 e, segundo a Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria e Extens\u00e3o Rural de Santa Catarina (Epagri), o estado se destaca n\u00e3o s\u00f3 pelo volume de produ\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m pela qualidade das frutas &#8211; um alto padr\u00e3o reconhecido pelo mercado interno e no exterior. Cada vez mais <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=d7pvYRhTk5E&amp;feature=youtu.be\">novas cultivares s\u00e3o desenvolvidas<\/a>, mais resistentes e adaptadas ao clima catarinense e\u00a0h\u00e1 tamb\u00e9m <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=gEPAmQ1YyY8&amp;feature=youtu.be\">melhorias<\/a> nas t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o e armazenamento. O estado conta com aproximadamente dois mil produtores, basicamente agricultores familiares na regi\u00e3o de S\u00e3o Joaquim e Fraiburgo, e cerca de 16 mil hectares plantados.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>As condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas ideais s\u00e3o fundamentais para a express\u00e3o do m\u00e1ximo potencial produtivo das cultivares. Em situa\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis, aumenta a incid\u00eancia de estresse nas plantas, acarretando em perdas na produtividade, seja por fatores fisiol\u00f3gicos, seja por redu\u00e7\u00e3o da toler\u00e2ncia ao ataque de pragas. Para que os efeitos do estresse sejam minimizados, h\u00e1 a possibilidade de utiliza\u00e7\u00e3o de amino\u00e1cidos nos cultivos. Os amino\u00e1cidos s\u00e3o mol\u00e9culas essenciais no metabolismo prim\u00e1rio e secund\u00e1rio das plantas, pois desempenham diversos pap\u00e9is nas mesmas, al\u00e9m de atuarem como fonte de nitrog\u00eanio.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Para Castro (2009), os amino\u00e1cidos podem ser englobados no grupo de antiestressantes, compostos capazes de agir em processos morfofisiol\u00f3gicos do vegetal como precursores de horm\u00f4nios end\u00f3genos ou como ativadores de enzimas e da disponibiliza\u00e7\u00e3o de compostos capazes de promover toler\u00e2ncia a estresses. Esses compostos s\u00e3o descritos como produtos que podem aumentar a produ\u00e7\u00e3o, resist\u00eancia e toler\u00e2ncia ao estresse causado por temperatura e d\u00e9ficit h\u00eddrico, principalmente. Al\u00e9m disso, de acordo com Lima et al. (2009), quando aplicados de forma ex\u00f3gena, os amino\u00e1cidos s\u00e3o rapidamente incorporados ao metabolismo como se fossem sintetizados pela planta contribuindo para o processo de desenvolvimento e crescimento.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Os amino\u00e1cidos, em especial a glutamina, tamb\u00e9m atuam diretamente na produ\u00e7\u00e3o de clorofilas. \u00c9 importante mencionar que cerca de 90 % da mat\u00e9ria seca total de uma planta de macieira, incluindo carboidratos estruturais (celulose e hemicelulose) e n\u00e3o estruturais (amido, sacarose, glicose e sorbitol), \u00e9 proveniente da fotoss\u00edntese, como cita Hansen (1977). Os a\u00e7\u00facares produzidos pela fotoss\u00edntese promover\u00e3o o pleno crescimento e desenvolvimento dos frutos, possibilitando, desta forma, altos rendimentos nas safras.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Na principal regi\u00e3o produtora de ma\u00e7\u00e3 do pa\u00eds, a safra de 2020\/21 foi marcada por longos per\u00edodos de estiagem e altas temperaturas, e \u00e9 de extrema import\u00e2ncia conhecer as respostas fisiol\u00f3gicas das plantas nessas circunst\u00e2ncias. Essas condi\u00e7\u00f5es podem aumentar a incid\u00eancia de estresses nas plantas, que levar\u00e3o a perdas expressivas do potencial produtivo. Como citam Natchgall et al. (2009), temperaturas acima de 30 \u00b0C causam forte redu\u00e7\u00e3o no crescimento da raiz e da parte a\u00e9rea e, sob estas condi\u00e7\u00f5es, o per\u00edodo compreendido entre a flora\u00e7\u00e3o e a matura\u00e7\u00e3o \u00e9 encurtado, havendo menor tempo para o crescimento dos frutos, ocasionando menor calibre destes.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Diante do exposto, este trabalho teve como objetivo avaliar a resposta das plantas com aplica\u00e7\u00f5es de produtos foliares \u00e0 base de amino\u00e1cidos em diferentes regi\u00f5es da Serra Catarinense durante o ciclo 2020\/21, com avalia\u00e7\u00f5es de \u00edndice SPAD e coleta de folhas para an\u00e1lise de nutrientes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Material e m\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>O experimento foi realizado na safra 2020\/21, em pomares comerciais na Serra Catarinense, sendo um localizado no munic\u00edpio de Bom Jardim da Serra, na localidade Rabungo; e outro pomar localizado no munic\u00edpio de S\u00e3o Joaquim, na localidade Peric\u00f3, sob a coordena\u00e7\u00e3o do respons\u00e1vel t\u00e9cnico Mateus Souza Nunes. Em Rabungo foram utilizadas macieiras das cultivares Fuji Mishima e Maxi Gala, ambas com porta-enxerto <em>Marubakaido<\/em> direto e idade de 21 anos, com densidade de 555 plantas.ha<sup>-1<\/sup>. Na localidade Peric\u00f3, utilizou-se as cultivares Fuji Suprema e Galaxy, com 16 anos de idade, enxertadas sobre <em>Marubakaido<\/em> com filtro M-9 e densidade de 2.500 plantas ha<sup>-1<\/sup>.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Os tratamentos consistiram na aplica\u00e7\u00e3o de ILSAMIN \u00c1gile e um produto comercial (testemunha), ambos \u00e0 base de amino\u00e1cidos, e as doses e n\u00famero de aplica\u00e7\u00f5es est\u00e3o descritos na Tabela 1. O intervalo entre doses foi de 10 a 15 dias na fase vegetativa, com duas aplica\u00e7\u00f5es em novembro e duas em dezembro, via turbo pulverizador.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Tabla 1. <\/strong>Tratamento, doses.ha<sup>-1<\/sup> e n\u00famero de aplica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"189\"><strong>Tratamiento<\/strong><\/td>\n<td width=\"189\"><strong>Dose (L.ha<sup>-1<\/sup>)<\/strong><\/td>\n<td width=\"189\"><strong>N\u00famero de aplica\u00e7\u00f5es<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">ILSAMIN \u00c1gil<\/td>\n<td width=\"189\">1,0<\/td>\n<td width=\"189\">4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"189\">Testemunha<\/td>\n<td width=\"189\">1,0<\/td>\n<td width=\"189\">4<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para a realiza\u00e7\u00e3o das an\u00e1lises, coletou-se amostras de 100 folhas por cultivar, provenientes de 20 plantas escolhidas aleatoriamente, tanto na \u00e1rea tratada com ILSAMIN \u00c1gile quanto da testemunha. Em seguida, avaliou-se a manuten\u00e7\u00e3o de clorofila nestas folhas, utilizando um medidor port\u00e1til Soil Plant Analysis Development (SPAD-502, Minolta, Jap\u00e3o) e os resultados foram expressos como \u00edndice SPAD.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>O instrumento SPAD-502 avalia, quantitativamente, a intensidade do verde da folha, medindo as transmiss\u00f5es de luz a 650 nm, onde ocorre absor\u00e7\u00e3o de luz pela mol\u00e9cula de clorofila e a 940 nm, onde n\u00e3o ocorre absor\u00e7\u00e3o (Gil et al. 2002). Com estes dois valores, o equipamento calcula um n\u00famero ou \u00edndice SPAD que, normalmente, \u00e9 altamente correlacionado com o teor de clorofila da folha (Markwell et al., 1995; Guimar\u00e3es et al., 1999, citados por Gil et al., 2002) e pode identificar defici\u00eancia de N al\u00e9m de ter potencial de identificar situa\u00e7\u00f5es onde a aplica\u00e7\u00e3o adicional de N n\u00e3o seja necess\u00e1ria (Gil et al., 2002).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Resultados e discuss\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>\u00c9 poss\u00edvel observar que em todas as cultivares, independentemente da localidade, as plantas tratadas com ILSAMIN \u00c1gile apresentaram \u00edndice relativo de clorofilas (IRC) superior em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s testemunhas (Tabela 2). Para as cultivares Maxi Gala, Fuji Mishima e Galaxy, a diferen\u00e7a percentual m\u00e9dia \u00e9 de 13 % de aumento do IRC para as plantas tratadas com ILSA; sendo que na cultivar Fuji Suprema, a diferen\u00e7a percentual foi de 18 % em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 testemunha.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Tabela 2. <\/strong>\u00cdndice relativo de clorofila nas diferentes cultivares de ma\u00e7\u00e3 (<em>Malus domestica<\/em> Borhk).<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"113\"><strong>Tratamiento<\/strong><\/td>\n<td width=\"113\"><strong>Maxi Gala (Rabungo)<\/strong><\/td>\n<td width=\"113\"><strong>Fuji Mishima <\/strong><\/p>\n<p><strong>(Rabungo)<\/strong><\/td>\n<td width=\"113\"><strong>Galaxy <\/strong><\/p>\n<p><strong>(Peric\u00f3)<\/strong><\/td>\n<td width=\"113\"><strong>Fuji Suprema (Peric\u00f3)<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"113\">ILSAMIN \u00c1gil<\/td>\n<td width=\"113\">48,4<\/td>\n<td width=\"113\">46,8<\/td>\n<td width=\"113\">45,1<\/td>\n<td width=\"113\">48,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"113\">Testemunha<\/td>\n<td width=\"113\">42,8<\/td>\n<td width=\"113\">40,5<\/td>\n<td width=\"113\">40,0<\/td>\n<td width=\"113\">39,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"113\">Diferen\u00e7a percentual<\/td>\n<td width=\"113\">12 %<\/td>\n<td width=\"113\">13 %<\/td>\n<td width=\"113\">11 %<\/td>\n<td width=\"113\">18 %<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>As clorofilas s\u00e3o os pigmentos naturais mais abundantes presentes nas plantas e ocorrem nos cloroplastos das folhas e em outros tecidos vegetais (Streit et al., 2005). Quando presentes em quantidades adequadas, mesmo sob condi\u00e7\u00f5es de estresse, as clorofilas promovem o crescimento e desenvolvimento da parte vegetativa das plantas, suprindo tamb\u00e9m a parte reprodutiva, em especial os frutos. Como observado neste experimento, a aplica\u00e7\u00e3o via foliar de ILSAMIN \u00c1gile promoveu o aumento da clorofila, mesmo diante de um cen\u00e1rio onde as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas n\u00e3o foram as melhores para o cultivo de macieiras.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Como j\u00e1 mencionado, a aplica\u00e7\u00e3o de produtos \u00e0 base de amino\u00e1cidos \u00e9 capaz de reverter situa\u00e7\u00f5es de estresse, bem como de promover a s\u00edntese natural de clorofilas. A glicina e o \u00e1cido glut\u00e2mico, amino\u00e1cidos presentes na matriz GELAMIN\u00ae &#8211; que origina o produto ILSAMIN \u00c1gile, atuam na s\u00edntese da clorofila, tornando a fotoss\u00edntese vegetal mais eficiente e aumentando as reservas de carboidratos dispon\u00edveis aos diversos processos metab\u00f3licos das plantas.\u00a0Al\u00e9m disto, estes amino\u00e1cidos s\u00e3o capazes de retardar a senesc\u00eancia das folhas, o que resulta em ac\u00famulo prolongado de carboidratos.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>ILSAMIN \u00c1gile \u2013 Um fertilizante ILSA Brasil<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>O ILSAMIN \u00c1gile \u00e9 uma formula\u00e7\u00e3o exclusiva ILSA, de origem totalmente natural, \u00e0 base de prote\u00ednas hidrolisadas enzimaticamente (GELAMIN\u00ae), que representam uma fonte natural de amino\u00e1cidos de r\u00e1pida absor\u00e7\u00e3o, deixando seus nutrientes dispon\u00edveis \u00e0s plantas e equilibrando a nutri\u00e7\u00e3o nas fases mais cr\u00edticas. Sua formula\u00e7\u00e3o rica em amino\u00e1cidos estimula os processos metab\u00f3licos e a fotoss\u00edntese, promove o desenvolvimento equilibrado dos vegetais, favorece a resist\u00eancia das plantas contra estresses abi\u00f3ticos e bi\u00f3ticos, incrementa a produtividade e possui baixo impacto ambiental.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Ao analisar os resultados deste experimento, \u00e9 poss\u00edvel observar a import\u00e2ncia de produtos \u00e0 base de amino\u00e1cidos para manter as plantas em um bom estado nutricional e fisiol\u00f3gico pois estas condi\u00e7\u00f5es ir\u00e3o melhorar o metabolismo das mesmas, j\u00e1 que plantas tratadas com ILSAMIN \u00c1gile apresentaram IRC consideravelmente superiores \u00e0s testemunhas. Confira este resultado no v\u00eddeo a seguir: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/tv\/CUyDz-Pp-Ik\/?utm_medium=copy_link\">https:\/\/www.instagram.com\/tv\/CUyDz-Pp-Ik\/?utm_medium=copy_link<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Referencias bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p>CASTRO, P.R.C. Princ\u00edpios da aduba\u00e7\u00e3o foliar. Jaboticabal: FUNEP, 2009. 42 p.<\/p>\n<p>Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria e Extens\u00e3o Rural de Santa Catarina (Epagri) \u2013 dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.epagri.sc.gov.br\/index.php\/2021\/02\/11\/safra-catarinense-de-maca-espera-colher-metade-da-producao-nacional\/\">https:\/\/www.epagri.sc.gov.br\/index.php\/2021\/02\/11\/safra-catarinense-de-maca-espera-colher-metade-da-producao-nacional\/<\/a><\/p>\n<p>GIL, P.T.; FONTES, P.C.R.; CECON, P.R.; FERREIRA, F.A. \u00cdndice SPAD para o diagn\u00f3stico do estado de nitrog\u00eanio e para o progn\u00f3stico da produtividade da batata. Horticultura Brasileira, Bras\u00edlia, v. 20, n. 4, p. 611-615, dezembro 2002.<\/p>\n<p>GUIMAR\u00c3ES. T.G.; FONTES, P.C.R.; PEREIRA, P.R.G.; ALVAREZ V., V.H.; MONNERAT, P.H. Teores de clorofila determinados por medidor port\u00e1til e sua rela\u00e7\u00e3o com formas de nitrog\u00eanio em folhas de tomateiro cultivado em dois tipos de solo. Bragantia, Piracicaba, v. 58, n. 1, p. 209-216, 1999.<\/p>\n<p>HANSEN, P. 1977. Carbohydrate allocation,. In: LANDSBERG, J. J.; CUTTING, C. V. (eds.). Environmental Effects on Crop Physiology, Academic Press, London, p.247-259, 1977.<\/p>\n<p>LIMA, M. DA G. DE S.; MENDES, C. R.; NASCIMENTO, R. DO; LOPES, N. F.; CARVALHO, M. A. P. Avalia\u00e7\u00e3o bioqu\u00edmica de plantas de milho pulverizadas com ureia isolada e em associa\u00e7\u00e3o com amino\u00e1cidos. Revista Ceres, v.56, p.358-363, 2009.<\/p>\n<p>MARKWELL, J.; OSTERMAN, J.C.; MITCHELL, J.L. Calibration of the Minolta SPAD-502 leaf chlorophyll meter. Photosynthesis Research, v. 46, p. 467-472, 1995.<\/p>\n<p>NACHTIGALL, G. R.; FIORAVAN\u00c7O, J. C.; HOFFMANN, A. Macieira. Embrapa Uva e Vinho, Cap\u00edtulo em livro t\u00e9cnico, p. 449-464, 2009.<\/p>\n<p>PETRI, J.L.; LEITE, G.B.; COUTO, M.; FRANCESCATTO, P. Avan\u00e7os na cultura da macieira no Brasil. Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, Volume Especial, p. 48-56, 2011.<\/p>\n<p>STREIT, N.M.; CANTERLE, L.P.; CANTO, M.W.; HECKTHEURER, L.H.H. As clorofilas \u2013 Revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica. Ci\u00eancia Rural, Santa Maria, v.35, n.3, p.748-755, 2005.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Autores<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Ing. Agr. Maestr\u00eda en Ciencias. Aline Tramontini dos Santos<\/li>\n<li>Ing. Agr. Maestr\u00eda en Ciencias. Carolina Custodio Pinto<\/li>\n<li>Ing. Agr. Maestr\u00eda en Ciencias. Thiago Stella de Freitas<\/li>\n<li>Eng. Agr. Mateus Nunes<\/li>\n<\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A cultura da macieira (Malus domestica Borhk), de acordo com Petri et al. (2011), iniciou seu desenvolvimento comercial no Brasil na d\u00e9cada de 70, sendo que at\u00e9 esta data foram poucos os plantios comerciais, representando menos de 100 ha. 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