{"id":17451,"date":"2025-04-15T16:25:28","date_gmt":"2025-04-15T19:25:28","guid":{"rendered":"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/?p=17451"},"modified":"2025-04-15T16:43:29","modified_gmt":"2025-04-15T19:43:29","slug":"consequencia-do-estresse-hidrico-nas-plantas-e-como-a-nutricao-pode-atuar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/es\/consequencia-do-estresse-hidrico-nas-plantas-e-como-a-nutricao-pode-atuar\/","title":{"rendered":"Consequ\u00eancia do estresse h\u00eddrico nas plantas, e como a nutri\u00e7\u00e3o pode atuar"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-block-paragraph\">Os principais fatores de estresse clim\u00e1tico para as plantas s\u00e3o as altas temperaturas e a seca, que afetam o crescimento, o desenvolvimento e induzem mudan\u00e7as morfol\u00f3gicas, fisiol\u00f3gicas e bioqu\u00edmicas nas plantas (Fahad et al., 2017). Isso porque, cerca de 90% da massa das plantas \u00e9 constitu\u00edda por \u00e1gua, que atua em processos fisiol\u00f3gicos e bioqu\u00edmicos essenciais (Taiz et al, 2017). As plantas demandam quantidade e distribui\u00e7\u00e3o adequadas de \u00e1gua ao longo do seu ciclo de desenvolvimento. A Figura 1 \u00e9 um exemplo de uma lavoura de milho na safra 2021\/2022, no munic\u00edpio de S\u00e3o Vicente do Sul\/RS. Essa safra teve influ\u00eancia do Fen\u00f4meno El Ni\u00f1o Oscila\u00e7\u00e3o Sul na fase La Ni\u00f1a, que no Rio Grande do Sul causa redu\u00e7\u00e3o nas chuvas durante os meses de cultivo do milho (Noia Junior; Sentelhas, 2020).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"338\" height=\"459\" src=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Captura-de-tela-2025-04-13-110137.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-17455\" srcset=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Captura-de-tela-2025-04-13-110137.png 338w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Captura-de-tela-2025-04-13-110137-221x300.png 221w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Captura-de-tela-2025-04-13-110137-9x12.png 9w\" sizes=\"(max-width: 338px) 100vw, 338px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Figura 1.Espiga de milho ap\u00f3s d\u00e9ficit h\u00eddrico no munic\u00edpio de S\u00e3o Vicente do Sul\/RS, na safra 2021\/2022.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Situa\u00e7\u00f5es assim ocorrem quando o suprimento de \u00e1gua \u00e9 inferior a demanda h\u00eddrica da planta, principalmente nas fases cr\u00edticas. Em geral, os est\u00e1gios iniciais do desenvolvimento das plantas s\u00e3o sens\u00edveis ao d\u00e9ficit ou excesso de \u00e1gua no solo, afetando a produtividade das culturas, pois nesta fase est\u00e1 sendo definido um dos principais componentes de produtividade, o n\u00famero de plantas por \u00e1rea. D\u00e9ficit h\u00eddrico na flora\u00e7\u00e3o e enchimento de gr\u00e3os tamb\u00e9m leva a perdas significativas na maioria das culturas de gr\u00e3os, isso porque nessas fases est\u00e3o sendo definidos componentes de produtividade como n\u00famero de gr\u00e3os (dependente da poliniza\u00e7\u00e3o) e peso de gr\u00e3os. Al\u00e9m de perdas na produtividade, o d\u00e9ficit h\u00eddrico pode reduzir a qualidade dos produtos agr\u00edcolas. Na Tabela 1, apresentamos a demanda h\u00eddrica durante o ciclo de desenvolvimento e os est\u00e1gios cr\u00edticos para o d\u00e9ficit h\u00eddrico em algumas culturas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tabela 1. Demanda h\u00eddrica durante o ciclo de desenvolvimento e est\u00e1gio de maior demanda.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>Cultura<\/td><td>Demanda h\u00eddrica aproximada (mm\/ciclo)<\/td><td>\u00c9poca de maior demanda h\u00eddrica<\/td><td>Fonte<\/td><\/tr><tr><td>Caf\u00e9<\/td><td>1200<\/td><td>Flora\u00e7\u00e3o e chumbinho<\/td><td>Carvalho et al. (2013); Gomes et al. (2007)<\/td><\/tr><tr><td>Soja<\/td><td>450 a 875<\/td><td>Flora\u00e7\u00e3o e enchimento de gr\u00e3os<\/td><td>Carvalho et al. (2013); Silva (2018); Tagliapietra et al. (2022)<\/td><\/tr><tr><td>Milho<\/td><td>400 a 700<\/td><td>Flora\u00e7\u00e3o<\/td><td>Albuquerque; Resende (2007)<\/td><\/tr><tr><td>Citros<\/td><td>600 a 1200<\/td><td>Flora\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o do fruto<\/td><td>Magalh\u00e3es et al. (2005)<\/td><\/tr><tr><td>Cana<\/td><td>1000 a 2000<\/td><td>Crescimento vegetativo<\/td><td>Carvalho et al. (2013); Abreu et al. (2013)<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;Algumas estrat\u00e9gias podem ser adotadas para evitar o d\u00e9ficit h\u00eddrico, entre elas, o uso de irriga\u00e7\u00e3o suplementar, a escolha da \u00e9poca de semeadura das culturas e a escolha da cultivar ou h\u00edbrido. Por exemplo, Tagliapietra et al. (2022) identificou que a demanda por \u00e1gua durante todo o ciclo de desenvolvimento da soja no Sul do Brasil varia de acordo com o Grupo de Matura\u00e7\u00e3o Relativa (GMR), sendo necess\u00e1rios 730 mm, 850 mm e 875 mm, respectivamente para cultivares de GMR \u2264 5.5, GMR 5.6 a 6.4, GMR \u2265 6.4, completarem seu ciclo de desenvolvimento e produzirem 100 sc\/ha. Ou seja, cultivares de ciclo mais curto necessitam menos \u00e1gua para atingir a mesma produtividade de cultivares com ciclo mais longo. Outro exemplo, \u00e9 o sistema soja-milho no Centro-Oeste do Brasil, no qual, deve-se ajustar a semeadura da soja para o in\u00edcio do per\u00edodo das chuvas, utilizando cultivares de ciclo curto, para que seja poss\u00edvel o cultivo do milho dentro da janela recomendada pelo zoneamento agr\u00edcola, evitando o d\u00e9ficit h\u00eddrico (Pilecco et al., 2024).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, essas estrat\u00e9gias s\u00e3o definidas antes do in\u00edcio da safra. Ap\u00f3s a semeadura da lavoura, a nutri\u00e7\u00e3o das plantas desempenha um papel fundamental na mitiga\u00e7\u00e3o dos impactos do d\u00e9ficit h\u00eddrico. A disponibilidade adequada de nutrientes melhora a adapta\u00e7\u00e3o das plantas a condi\u00e7\u00f5es adversas, reduzindo os efeitos negativos do estresse h\u00eddrico sobre a produtividade (Waraich et al., 2011). A n\u00edvel global, a combina\u00e7\u00e3o de problemas relacionados a baixa fertilidade dos solos e estresses ambientais \u00e9 a principal respons\u00e1vel por perdas na produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola (Cakmak, 2005). Assim, cuidar da sa\u00fade do solo e da nutri\u00e7\u00e3o de plantas \u00e9 fundamental para a estabilidade e produtividade das culturas, mitigando efeitos de estresses bi\u00f3ticos e abi\u00f3ticos, como o d\u00e9ficit h\u00eddrico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A redu\u00e7\u00e3o na produtividade causada pelo d\u00e9ficit h\u00eddrico pode ocorrer devido ao fechamento dos est\u00f4matos da planta, visando reduzir a perda de \u00e1gua atrav\u00e9s da transpira\u00e7\u00e3o (Taiz et al., 2017). Com o fechamento dos est\u00f4matos, a assimila\u00e7\u00e3o do CO<sub>2<\/sub> atmosf\u00e9rico \u00e9 reduzida, causando diminui\u00e7\u00e3o nas taxas fotossint\u00e9ticas e, por consequ\u00eancia, na produ\u00e7\u00e3o de biomassa. Al\u00e9m disso, em situa\u00e7\u00f5es de elevado estresse, ocorre superprodu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies reativas de oxig\u00eanio (EROs). O ac\u00famulo dessas esp\u00e9cies reativas danifica os componentes celulares, podendo levar \u00e0 morte celular programada (Taiz et al., 2017). Para degradar as EROs a planta usa antioxidantes enzim\u00e1ticos e n\u00e3o-enzim\u00e1ticos, o que tem alto custo energ\u00e9tico, comprometendo o crescimento vegetal e a produtividade. No entanto, com a redu\u00e7\u00e3o da transpira\u00e7\u00e3o, a absor\u00e7\u00e3o de nutrientes do solo tamb\u00e9m \u00e9 limitada. Por isso, garantir um suprimento adequado de nutrientes desde o in\u00edcio do ciclo \u00e9 essencial. Diante desses desafios, vamos conhecer o papel dos principais macronutrientes, micronutrientes e amino\u00e1cidos na mitiga\u00e7\u00e3o dos efeitos do d\u00e9ficit h\u00eddrico nas plantas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O nitrog\u00eanio (N) \u00e9 absorvido pelas plantas principalmente como nitrato e am\u00f4nio, sendo o nitrato a forma mais dispon\u00edvel no solo. Dentro da planta, o nitrato \u00e9 convertido em nitrito e incorporado em compostos org\u00e2nicos, processo mediado pela enzima nitrato-redutase (Taiz et al., 2017). Em condi\u00e7\u00f5es de d\u00e9ficit h\u00eddrico, a atividade dessa enzima \u00e9 reduzida (Azedo-Silva et al., 2004), mas a suplementa\u00e7\u00e3o de N pode aumentar sua atividade e a absor\u00e7\u00e3o de nitrato. Al\u00e9m disso, a aplica\u00e7\u00e3o de N quando h\u00e1 boa disponibilidade de radia\u00e7\u00e3o solar fortalece os mecanismos antioxidantes da planta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O f\u00f3sforo (P) desempenha um papel fundamental no crescimento radicular e na regula\u00e7\u00e3o do potencial h\u00eddrico das folhas, auxiliando na manuten\u00e7\u00e3o da turgidez celular e na abertura dos est\u00f4matos (Taiz et al., 2017). Esse efeito contribui para a efici\u00eancia da fotoss\u00edntese, mesmo sob condi\u00e7\u00f5es de d\u00e9ficit h\u00eddrico. O pot\u00e1ssio (K) auxilia na redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies reativas de oxig\u00eanio (Hasanuzzaman et al., 2020) e melhora a fotoss\u00edntese em condi\u00e7\u00f5es de estresse h\u00eddrico (Raza et al., 2014). Al\u00e9m disso, promove o desenvolvimento radicular, ampliando a superf\u00edcie de absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua (Romheld; Kirkby, 2010).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O c\u00e1lcio (Ca) tem um papel importante na recupera\u00e7\u00e3o de plantas submetidas ao estresse h\u00eddrico, contribuindo para a estabilidade das membranas celulares e atuando como mensageiro na sinaliza\u00e7\u00e3o de estresse (Taiz et al., 2017). Al\u00e9m disso, auxilia na ativa\u00e7\u00e3o da ATPase da membrana plasm\u00e1tica, que regula o transporte de \u00edons e contribui para a manuten\u00e7\u00e3o do balan\u00e7o osm\u00f3tico em c\u00e9lulas danificadas. O magn\u00e9sio (Mg) estimula o crescimento radicular, aumentando a absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e nutrientes (Hansel et al., 2021). Tamb\u00e9m melhora o transporte de a\u00e7\u00facares das folhas para as ra\u00edzes e reduz os danos causados pela oxida\u00e7\u00e3o luminosa nos cloroplastos, o que mant\u00e9m a taxa fotossint\u00e9tica e a produtividade sob estresse (Waraich et al., 2011). Al\u00e9m disso, eleva a atividade de enzimas e mol\u00e9culas antioxidantes, diminuindo os n\u00edveis de EROs (Waraich et al., 2011). O enxofre (S) contribui para a forma\u00e7\u00e3o de ciste\u00edna, amino\u00e1cido importante para a desintoxica\u00e7\u00e3o de EROs (Hansel et al., 2021). Micronutrientes como ferro (Fe), cobre (Cu), mangan\u00eas (Mn) e zinco (Zn) atuam como cofatores de enzimas antioxidantes, essenciais na elimina\u00e7\u00e3o de EROs (Jaleel et al., 2009).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os amino\u00e1cidos s\u00e3o componentes essenciais ou participam da s\u00edntese de enzimas, prote\u00ednas estruturais, clorofila e horm\u00f4nios vegetais, al\u00e9m de contribu\u00edrem para o transporte e o armazenamento de nutrientes nos tecidos vegetais. Desempenham, portanto, um papel fundamental no crescimento e desenvolvimento das plantas, bem como em sua adapta\u00e7\u00e3o a estresses bi\u00f3ticos e abi\u00f3ticos. A prolina e a glicina, destaques no aminograma do AZOGEL (Figura 2) e do GELAMIN (Figura 3), matrizes org\u00e2nicas dos produtos da ILSA, tamb\u00e9m exercem papel importante na mitiga\u00e7\u00e3o dos efeitos do d\u00e9ficit h\u00eddrico, contribuindo para a resili\u00eancia das plantas em condi\u00e7\u00f5es adversas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"402\" src=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Captura-de-tela-2025-04-15-164308.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-17458\" srcset=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Captura-de-tela-2025-04-15-164308.png 600w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Captura-de-tela-2025-04-15-164308-300x201.png 300w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Captura-de-tela-2025-04-15-164308-18x12.png 18w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Figura 2. Aminograma do AZOGEL<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"780\" height=\"428\" src=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/image.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-17453\" srcset=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/image.png 780w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/image-300x165.png 300w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/image-768x421.png 768w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/image-18x10.png 18w\" sizes=\"(max-width: 780px) 100vw, 780px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Figura 3. Aminograma do GELAMIN<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante o estresse h\u00eddrico, a planta utiliza a prolina e a glicina beta\u00edna (composto derivado da glicina) para manter o equil\u00edbrio osm\u00f3tico, promovendo o ac\u00famulo de solutos no citosol e no vac\u00faolo das c\u00e9lulas. Dessa forma, a \u00e1gua (solvente) se move do meio externo (menor concentra\u00e7\u00e3o de solutos) para o interior da c\u00e9lula (maior concentra\u00e7\u00e3o de solutos), preservando sua hidrata\u00e7\u00e3o (Taiz et al., 2017). A prolina e a glicina beta\u00edna s\u00e3o classificadas como solutos compat\u00edveis, podendo ser acumulada em altas concentra\u00e7\u00f5es no citosol sem inibir a atividade de enzimas essenciais. Al\u00e9m da sua fun\u00e7\u00e3o osm\u00f3tica, a prolina tamb\u00e9m atua como osmoprotetora, protegendo as plantas dos efeitos das EROs e servindo como fonte de carbono e nitrog\u00eanio durante a recupera\u00e7\u00e3o celular, quando as condi\u00e7\u00f5es ambientais se normalizam (Taiz et al., 2017). A glicina, tamb\u00e9m atua na redu\u00e7\u00e3o do estresse oxidativo, manuten\u00e7\u00e3o do metabolismo e na recupera\u00e7\u00e3o das plantas ap\u00f3s o estresse h\u00eddrico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Diante dos desafios impostos pelo estresse h\u00eddrico, a nutri\u00e7\u00e3o equilibrada das plantas \u00e9 uma ferramenta que auxilia na redu\u00e7\u00e3o dos efeitos negativos do d\u00e9ficit h\u00eddrico. Macronutrientes e micronutrientes desempenham pap\u00e9is fisiol\u00f3gicos fundamentais nesse processo, como a regula\u00e7\u00e3o osm\u00f3tica e a ativa\u00e7\u00e3o enzim\u00e1tica, garantindo melhor adapta\u00e7\u00e3o das plantas em condi\u00e7\u00f5es adversas. Tecnologias que combinam fontes minerais e org\u00e2nicas de nutrientes, al\u00e9m de serem fonte equilibrada de nutrientes e amino\u00e1cidos, possuem efeito estimulante ao desenvolvimento das ra\u00edzes e ben\u00e9ficos ao solo, o que permite que as plantas explorem uma maior \u00e1rea de solo em busca de \u00e1gua e nutrientes. Assim, auxiliam na mitiga\u00e7\u00e3o dos efeitos do d\u00e9ficit h\u00eddrico e possibilitam maior estabilidade para a produtividade das culturas. A ILSA oferece um portf\u00f3lio completo para fortalecer as lavouras ao longo de todo o ciclo produtivo. Desde o tratamento de sementes, com ILSAMIN RADIX, at\u00e9 o suporte nutricional em diferentes fases do cultivo, com GRADUAL MIX (na forma s\u00f3lida) e os fertilizantes l\u00edquidos ILSAMIN POTENTE e ILSAMIN FULL.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>Referencias bibliogr\u00e1ficas<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ABREU, M.L. et al. Crescimento e produtividade de cana-de-a\u00e7\u00facar em fun\u00e7\u00e3o da disponibilidade h\u00eddrica dos Tabuleiros Costeiros de Alagoas. Bragantia, Campinas, v.72, n.3, p.262-270, 2013.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ALBUQUERQUE, P. E. P. de; RESENDE, M. Irriga\u00e7\u00e3o: manejo de irriga\u00e7\u00e3o. In: CRUZ, J. C. (Ed.). Cultivo do milho. 3. ed. Sete Lagoas: Embrapa Milho e Sorgo, 2007.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">AZEDO-SILVA, J. J.; OSORIO, F. F.; CORREIA, M. J. Effects of soil drying and subsequent re-watering on the activity of nitrate reductase in root and leaves of <em>Helianthus annuus<\/em>. Functional Plant Biology, v. 31, p. 611-621, 2004.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CAKMAK, I. Role of mineral nutrients in tolerance of crop plants to environmental stress factors. In: Proceedings from the International Symposium on Fertigation \u2013 Optimizing the utilization of water and nutrients. Horgen: International Potash lnstitute, 2005. p. 35-48.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CARVALHO, R.I. et al. Demanda h\u00eddrica das culturas de interesse agron\u00f4mico. Enciclop\u00e9dia biosfera, Centro Cient\u00edfico Conhecer \u2013 Goi\u00e2nia, v.9, n.17; p. 2013.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">FAHAD, S. et al. Crop production under drought and heat stress: Plant responses and management options. Frontiers in Plant Science, v. 8, p. 1147, 2017.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">GOMES, N. M. et al. Crescimento vegetativo e produtividade do cafeeiro irrigado no sul do Estado de Minas Gerais. Revista Brasileira de Engenharia Agr\u00edcola e Ambiental, v.11, p.564-570, 2007.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">HANSEL, F. D. Nutri\u00e7\u00e3o mineral como aliada das plantas na toler\u00e2ncia a estresses ambientais. Informa\u00e7\u00f5es agron\u00f4micas, NPCT, n.9, 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">HASANUZZAMAN, M. et al. &nbsp;Reactive oxygen species and antioxidant defense in plants under abiotic stress: revisiting the crucial role of a universal defense regulator. Antioxidants, v. 9, p. 681, 2020.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">JALEEL, C. A. et al. Antioxidant defense responses: physiological plasticity in higher plants under abiotic constraints. Acta Physiologiae Plantarum, v. 31, p. 427-436, 2009.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">MAGALH\u00c3ES, A.F.J. et al. Sistema de produ\u00e7\u00e3o para pequenos produtores de citros do Nordeste. Cruz das Almas: Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, 2005. 178p. (Sistema de produ\u00e7\u00e3o 17).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">NOIA JUNIOR, R. S.; SENTELHAS, P. C. Yield gap of the double-crop system of main-season soybean with off-season maize in Brazil. Crop and Pasture Science, v.71, n. 5, p. 445-458, 2020.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">PILECCO, I. B. et al. Ecofisiologia do milho visando altas produtividades. Santa Maria, Editora GR, 2024. 400p.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">RAZA, M. A. S. et al. Exogenous application of glycinebetaine and potassium for improving water relations and grain yield of wheat under drought. Journal of Soil Science and Plant Nutrition, v. 14, p. 348-364, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ROMHELD, V.; KIRKBY, E. A. Research on potassium in agriculture: Needs and prospects. Plant and Soil, v. 335, p. 155-180, 2010.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">SILVA, R. A. Impacto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas sobre a produtividade e Pegada h\u00eddrica da soja cultivada na regi\u00e3o do MATOPIBA. Tese de doutorado em Meteorologia, Centro de Tecnologia e Recursos Naturais, Campina Grande: UFCG, 2018.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">TAGLIAPIETRA, E. L. et al. Ecofisiologia da soja visando altas produtividades. Santa Maria: Editora GR, 2022. 432 p.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">TAIZ, L. et al. Fisiologia e desenvolvimento vegetal. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. 888 p.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">WARAICH, E. A. et al. Role of mineral nutrition in alleviation of drought stress in plants. Australian Journal of Crop Science, v. 5, p. 764-777, 2011.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>Autores:<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ing. Agr. Maestr\u00eda en Ciencias. Isabela Bulegon Pilecco<br>Ing. Agr. Maestr\u00eda en Ciencias. Thiago Stella de Freitas<br>Ing. Agr. 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