{"id":17398,"date":"2025-03-05T15:00:38","date_gmt":"2025-03-05T18:00:38","guid":{"rendered":"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/?p=17398"},"modified":"2025-03-05T15:00:46","modified_gmt":"2025-03-05T18:00:46","slug":"dinamica-do-nitrogenio-organico-no-solo-e-seu-impacto-na-disponibilidade-de-outros-nutrientes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/es\/dinamica-do-nitrogenio-organico-no-solo-e-seu-impacto-na-disponibilidade-de-outros-nutrientes\/","title":{"rendered":"Din\u00e1mica del nitr\u00f3geno org\u00e1nico en el suelo y su impacto en la disponibilidad de otros nutrientes."},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-block-paragraph\">O nitrog\u00eanio (N) \u00e9 o nutriente mais requerido pelas plantas (Figura 1). Isso ocorre devido as suas importantes fun\u00e7\u00f5es no crescimento das culturas, uma vez que \u00e9 o constituinte principal de amino\u00e1cidos, prote\u00ednas e componentes celulares, como a clorofila (Taiz et al., 2017). Dessa forma, defici\u00eancias de N impactam fortemente a produtividade das culturas agr\u00edcolas. Seu ciclo na natureza \u00e9 altamente complexo, sendo dependente de diversos fatores, j\u00e1 que \u00e9 o elemento com o maior n\u00famero de transforma\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas no sistema solo-planta-atmosfera (Taiz et al., 2017).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Figura 1. Absor\u00e7\u00e3o de nutrientes pela cultura do milho (com produtividade de 12,2 t\/ha) e arroz irrigado (produtividade de 11,8 t\/ha). Adaptado de: Pilecco et al., 2024 \u2013 Ecofisiologia do milho visando altas produtividades.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Brasil, a fonte de N mais utilizada na agricultura \u00e9 a ureia. No entanto, as perdas por volatiliza\u00e7\u00e3o na aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada com ureia podem chegar a 50% da quantidade aplicada, de acordo com condi\u00e7\u00f5es de temperatura e umidade (Silva et al., 2016). Na produ\u00e7\u00e3o de milho nos Estados Unidos, a aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada, junto com a irriga\u00e7\u00e3o, foram as maiores respons\u00e1veis pelas emiss\u00f5es de CO<sub>2<\/sub> equivalente (Grassini; Cassman, 2012). O custo dos fertilizantes minerais, a baixa efici\u00eancia no seu uso e a polui\u00e7\u00e3o ambiental tornam o uso de fontes de N org\u00e2nico uma op\u00e7\u00e3o atrativa para a agricultura (Silva et al., 2010). A Tabela 1 mostra o aproveitamento de nitrog\u00eanio (N), f\u00f3sforo (P) e pot\u00e1ssio (K) em fertilizantes minerais e organominerais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"711\" height=\"341\" src=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-17399\" srcset=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image-1.png 711w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image-1-300x144.png 300w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image-1-18x9.png 18w\" sizes=\"(max-width: 711px) 100vw, 711px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tabela 1. Porcentagem de aproveitamento de nitrog\u00eanio (N), f\u00f3sforo (P) e pot\u00e1ssio (K) de acordo com o tipo de fertilizante. Adaptado de Polidoro (2013).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>Fertilizante<\/td><td>N<\/td><td>P<\/td><td>K<\/td><\/tr><tr><td>Mineral<\/td><td>50%<\/td><td>20-50%<\/td><td>60%<\/td><\/tr><tr><td>Organomineral<\/td><td>70%<\/td><td>&gt;50%<\/td><td>80%<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para entendermos melhor a din\u00e2mica do nitrog\u00eanio org\u00e2nico no solo, vamos relembrar alguns conceitos importantes do ciclo biogeoqu\u00edmico do nitrog\u00eanio (Figura 2). Isso \u00e9 importante, uma vez que o N org\u00e2nico n\u00e3o est\u00e1 imediatamente dispon\u00edvel para as plantas, j\u00e1 que estas absorvem o N na forma inorg\u00e2nica ou mineral. Para isso, \u00e9 preciso que ocorra a mineraliza\u00e7\u00e3o, que \u00e9 basicamente transformar o N que est\u00e1 na forma org\u00e2nica em suas formas minerais (am\u00f4nio = NH\u2084\u207a ou nitrato = NO\u2083\u207b). Isso ocorre quando s\u00e3o degradados compostos org\u00e2nicos com baixa rela\u00e7\u00e3o Carbono\/Nitrog\u00eanio (C\/N), para que os microrganismos do solo utilizam esses compostos como fonte de energia e estrutura para crescer e se multiplicar. O N org\u00e2nico primeiro \u00e9 convertido em am\u00f4nia (NH\u2083), que reage com a \u00e1gua, formando o am\u00f4nio (NH\u2084\u207a). Este pode ser absorvido pelas plantas ou convertido em nitrito (NO<sub>2<\/sub>\u207b) e, ent\u00e3o, em nitrato (NO\u2083\u207b), no processo chamado de nitrifica\u00e7\u00e3o. A forma que predominar\u00e1 depende de fatores como pH do solo, aera\u00e7\u00e3o e umidade, temperatura, quantidade de mat\u00e9ria org\u00e2nica e microbiota do solo. Basicamente, solos \u00e1cidos, compactados, baixa temperatura, baixa mat\u00e9ria org\u00e2nica e baixa atividade microbiana favorecem a presen\u00e7a de am\u00f4nio, enquanto solos neutros a b\u00e1sicos, bem aerados, temperaturas entre 25 e 35\u00b0C, alta mat\u00e9ria org\u00e2nica e alta atividade microbiana favorecem a presen\u00e7a de nitrato.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"751\" height=\"527\" src=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-17400\" srcset=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image-2.png 751w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image-2-300x211.png 300w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image-2-18x12.png 18w\" sizes=\"(max-width: 751px) 100vw, 751px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Figura 2. Ciclo biogeoqu\u00edmico do nitrog\u00eanio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Vamos pensar de maneira simplificada. Para usar o C no seu metabolismo, os microrganismos precisam do N, que comp\u00f5e prote\u00ednas, enzimas, amino\u00e1cidos e outros compostos essenciais para seu metabolismo e crescimento. Quando o material tem baixa rela\u00e7\u00e3o C\/N, quer dizer que tem N suficiente para o C presente neste composto. Assim, o N que \u201csobra\u201d volta para o solo nas formas inorg\u00e2nicas, absorv\u00edveis pelas plantas. No entanto, quando o material tem alta rela\u00e7\u00e3o C\/N, ou seja, menos N do que o necess\u00e1rio para metabolizar aquele C, os microrganismos precisam de mais N do que o composto oferece, dessa forma, eles imobilizam, mesmo que temporariamente o N mineral do solo, usando este em seu pr\u00f3prio metabolismo. O AZOGEL, matriz org\u00e2nica dos produtos org\u00e2nicos e organominerais s\u00f3lidos da ILSA, \u00e9 rico em nitrog\u00eanio e carbono, apresentando baixa rela\u00e7\u00e3o C\/N (&lt;20), sendo de 3,25. \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m da mat\u00e9ria org\u00e2nica do solo, a umidade, temperatura, pH do solo e a pr\u00f3pria microbiota do solo influenciam esse processo. Por isso, a disponibiliza\u00e7\u00e3o dos nutrientes provenientes de fertilizante org\u00e2nicos \u00e9 mais lenta e gradual. Isso \u00e9 um benef\u00edcio, pensando em disponibilizar os nutrientes ao longo do ciclo da cultura. O milho, por exemplo, tende a absorver nitrog\u00eanio, fosforo, boro, cobre e zinco durante, praticamente, todo o seu ciclo de desenvolvimento (Bender et al., 2013). Ter adequada disponibilidade de N pr\u00f3xima ao momento cr\u00edtico da cultura, que para culturas de gr\u00e3o, geralmente, \u00e9 entre o florescimento e o enchimento de gr\u00e3os, \u00e9 fundamental para uma boa produtividade. Isso porque nesse momento s\u00e3o definidos o n\u00famero e o peso de gr\u00e3os. Por outro lado, no in\u00edcio do desenvolvimento das culturas, que tamb\u00e9m tende a ser um momento cr\u00edtico para o componente n\u00famero de plantas por \u00e1rea, essa disponibiliza\u00e7\u00e3o mais lenta do N pode ser um desafio. \u00c9 por isso que o AZOSLOW, fertilizante da ILSA, \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o de N org\u00e2nico e N mineral, disponibilizando nitrog\u00eanio de forma imediata pela fra\u00e7\u00e3o mineral e de forma gradual pela fra\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, fornecendo assim uma aduba\u00e7\u00e3o equilibrada e eficiente durante o ciclo de desenvolvimento das culturas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m dessa disponibiliza\u00e7\u00e3o gradual do N, o AZOGEL \u00e9 ben\u00e9fico \u00e0 sa\u00fade do solo em geral, pois como j\u00e1 vimos, a composi\u00e7\u00e3o da microbiota do solo influ\u00eancia na disponibilidade de nutrientes. Com sua baixa rela\u00e7\u00e3o C\/N, o AZOGEL auxilia no aumento das popula\u00e7\u00f5es de microrganismos do solo, promovendo a melhoria na sa\u00fade do solo, sem ocasionar a imobiliza\u00e7\u00e3o de N para as culturas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estudos realizados com alface mostram que quando a cultura recebeu fertilizantes org\u00e2nicos foram encontradas maiores concentra\u00e7\u00f5es de N, P, K, Ca, Mg e S nas plantas em compara\u00e7\u00e3o com aquelas que receberam aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada mineral, atrav\u00e9s de ureia (Lobo et al., 2023). Isso ocorre devido ao efeito sin\u00e9rgico entre os nutrientes. Na solu\u00e7\u00e3o do solo, os nutrientes est\u00e3o na forma de \u00edons livres, que podem ter cargas positivas ou negativas. Essas cargas fazem com que os nutrientes interajam de forma distinta na solu\u00e7\u00e3o do solo, podendo facilitar (sinergia) ou dificultar (antagonismo) sua absor\u00e7\u00e3o pelas plantas (Tabela 2).&nbsp;De forma simplificada, elementos de cargas opostas tendem a estabelecer um sinergismo durante o processo de absor\u00e7\u00e3o, enquanto elementos com cargas semelhantes podem prejudicar a absor\u00e7\u00e3o do outros. Na pr\u00e1tica, \u00e9 importante compreendermos essas intera\u00e7\u00f5es para manejar a nutri\u00e7\u00e3o de plantas da forma mais adequada, visando aproveitar ao m\u00e1ximo cada nutriente aplicado, j\u00e1 que este \u00e9 um dos principais custos de produ\u00e7\u00e3o das lavouras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tabela 2. Forma absorv\u00edvel pelas plantas dos principais macro e micronutrientes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td colspan=\"2\">Nutriente<\/td><td>Forma Absorvida<\/td><td colspan=\"2\">Nutriente<\/td><td colspan=\"2\">Forma Absorvida<\/td><\/tr><tr><td colspan=\"2\">Nitr\u00f3geno (N)<\/td><td>NO\u2083\u207b, NH\u2084\u207a<\/td><td colspan=\"2\">Mangan\u00eas (Mn)<\/td><td colspan=\"2\">Mn\u00b2\u207a, Mn\u2074\u207a<\/td><\/tr><tr><td colspan=\"2\">F\u00f3sforo (P)<\/td><td>HPO\u2084\u00b2\u207b, H\u2082PO\u2084\u207b<\/td><td colspan=\"2\">Zinco (Zn)<\/td><td colspan=\"2\">Zn\u00b2\u207a<\/td><\/tr><tr><td colspan=\"2\">Potasio (K)<\/td><td>K\u207a<\/td><td colspan=\"2\">Cobre (Cu)<\/td><td colspan=\"2\">Cu\u00b2\u207a, Cu\u207a<\/td><\/tr><tr><td colspan=\"2\">Calcio (Ca)<\/td><td>Ca\u00b2\u207a<\/td><td colspan=\"2\">Boro (B)<\/td><td colspan=\"2\">BO\u2083\u00b3\u207b, HBO\u2083\u00b2\u207b, H\u2082BO\u2083\u207b, B(OH)\u2084\u207b<\/td><\/tr><tr><td colspan=\"2\">Magnesio (Mg)<\/td><td>Mg\u00b2\u207a<\/td><td colspan=\"2\">Molibd\u00eanio (Mo)<\/td><td colspan=\"2\">MoO\u2084\u00b2\u207b<\/td><\/tr><tr><td colspan=\"2\">Azufre (S)<\/td><td>SO\u2084\u00b2\u207b<\/td><td colspan=\"2\">Cloro (Cl)<\/td><td colspan=\"2\">Cl\u207b<\/td><\/tr><tr><td colspan=\"2\">Ferro (Fe)<\/td><td>Fe\u00b2\u207a, Fe\u00b3\u207a<\/td><td colspan=\"2\">S\u00f3dio (Na)<\/td><td colspan=\"2\">Na\u207a<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td colspan=\"2\"><\/td><td><\/td><td colspan=\"2\"><\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td><\/td><td><\/td><td><\/td><td><\/td><td><\/td><td><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Al\u00e9m disso, o uso de fertilizantes org\u00e2nicos, que proporcionam uma melhor sa\u00fade do solo e estimulam as popula\u00e7\u00f5es de microrganismos ben\u00e9ficos, \u00e9 uma importante estrat\u00e9gia no manejo do f\u00f3sforo. Isso porque microrganismos do solo desempenham papel essencial na mineraliza\u00e7\u00e3o e solubiliza\u00e7\u00e3o do P (Pavinato et al., 2020). Diferente do que ocorre com as bact\u00e9rias fixadoras de N, os microrganismos solubilizadores de fosfato aparentemente n\u00e3o possuem especificidade com plantas, o que dificulta o sucesso da inocula\u00e7\u00e3o (Mendes, Junior, 2003). Para minimizar esse problema algumas estrat\u00e9gias devem ser adotadas, entre elas a introdu\u00e7\u00e3o dessas bact\u00e9rias em solos com alta disponibilidade de substratos org\u00e2nicos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em resumo, a din\u00e2mica do nitrog\u00eanio org\u00e2nico no solo est\u00e1 diretamente ligada ao metabolismo dos microrganismos, j\u00e1 que estes ir\u00e3o decompor a mat\u00e9ria org\u00e2nica para obter carbono e nitrog\u00eanio. A rela\u00e7\u00e3o C\/N da mat\u00e9ria org\u00e2nica influencia a disponibilidade de N para as plantas. Baixa rela\u00e7\u00e3o C\/N resulta em mineraliza\u00e7\u00e3o do nitrog\u00eanio, que ent\u00e3o pode ser absorvido pelas plantas. Al\u00e9m da rela\u00e7\u00e3o C\/N da mat\u00e9ria org\u00e2nica, fatores como temperatura, umidade, pH e atividade microbiana determinam se o N estar\u00e1 dispon\u00edvel na forma de am\u00f4nio (NH\u2084\u207a) ou nitrato (NO\u2083\u207b). O uso de fertilizantes org\u00e2nicos, como os compostos pela matriz org\u00e2nica AZOGEL, podem melhorar a efici\u00eancia da nutri\u00e7\u00e3o nitrogenada, promovendo uma libera\u00e7\u00e3o gradual do nutriente, sincronizando a libera\u00e7\u00e3o do N com a demanda das culturas, favorecendo a sa\u00fade do solo e absor\u00e7\u00e3o de outros nutrientes. Compreender essas intera\u00e7\u00f5es \u00e9 essencial para um manejo eficiente da aduba\u00e7\u00e3o, garantindo o suprimento adequado de N ao longo do ciclo das culturas e maximizando a produtividade agr\u00edcola.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>Referencias bibliogr\u00e1ficas<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Bender, R. R. et al. Nutrient uptake, partitioning, and remobilization in modern, transgenic insect-protected maize hybrids. Agronomy Journal, Madison, WI, v. 105, n. 1, p. 161-170, 2013<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Grassini, P., Cassman, K. G. High-yield maize with large net energy yield and small global warming intensity. PNAS, v. 109, p. 1074\u20131079, 2012.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lobo, T. F. et al. Avalia\u00e7\u00e3o do nitrog\u00eanio org\u00e2nico e mineral em quatro ciclos sucessivos da cultura da alface.&nbsp;Revista Ci\u00eancia Agr\u00edcola, v.&nbsp;21, p.&nbsp;e11877, 2023.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mendes, I. C.; Junior, F. B. R. Microrganismos e Disponibilidade de F\u00f3sforo (P) nos Solos: uma an\u00e1lise cr\u00edtica. Embrapa, 2003. 24 p.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u200c<\/strong>Pavinato, P. S. et al. Revealing soil legacy phosphorus to promote sustainable agriculture in Brazil. Scientific Reports, v. 10, n. 1, 2020. \u200c<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pilecco, I. B. et al. Ecofisiologia do milho visando altas produtividades. Santa Maria, 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 2024. 400p.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Polidoro, J. C. Fertilizantes organominerais: potencial para a cafeicultura. Rio de janeiro: Embrapa Solos, 2013. Apresenta\u00e7\u00e3o em slides.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u200cSilva, F. A. M. et al. Resposta da alface\u00a0 a\u00a0 aduba\u00e7\u00e3o\u00a0 nitrogenada\u00a0 com\u00a0 diferentes\u00a0 compostos\u00a0 org\u00e2nicos\u00a0 em\u00a0 dois\u00a0 ciclos\u00a0 sucessivos.\u00a0 Acta Scientiarum Agronomy, 2010, 32, 131-137.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Silva, A. G. B. et al. Urease Inhibitor NBPT on Ammonia Volatilization and Crop Productivity: A Meta\u2010Analysis.&nbsp;Agronomy Journal, v.&nbsp;109, n.&nbsp;1, p.&nbsp;1\u201313, 2016.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u200cTaiz, L. et al. Fisiologia e Desenvolvimento Vegetal. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. 888 p.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>Autores:<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ing. Agr. Maestr\u00eda en Ciencias. Isabela Bulegon Pilecco<br>Ing. Agr. Maestr\u00eda en Ciencias. Thiago Stella de Freitas<br>Ing. Agr. Tu\u00edra Barcellos<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O nitrog\u00eanio (N) \u00e9 o nutriente mais requerido pelas plantas (Figura 1). Isso ocorre devido as suas importantes fun\u00e7\u00f5es no crescimento das culturas, uma vez que \u00e9 o constituinte principal de amino\u00e1cidos, prote\u00ednas e componentes celulares, como a clorofila (Taiz et al., 2017). Dessa forma, defici\u00eancias de N impactam fortemente a produtividade das culturas agr\u00edcolas. 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