{"id":9749,"date":"2023-11-28T18:12:12","date_gmt":"2023-11-28T21:12:12","guid":{"rendered":"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/?p=9749"},"modified":"2023-11-28T18:18:33","modified_gmt":"2023-11-28T21:18:33","slug":"manejo-de-adubacao-para-a-cultura-do-arroz-e-solucoes-ilsa-para-aumento-de-produtividade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/en\/manejo-de-adubacao-para-a-cultura-do-arroz-e-solucoes-ilsa-para-aumento-de-produtividade\/","title":{"rendered":"Fertilization management for rice crops and ILSA solutions to increase productivity"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O arroz (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Oryza sativa<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> L.) \u00e9 o segundo cereal mais cultivado e o principal alimento para mais da metade da popula\u00e7\u00e3o mundial, ocupando uma \u00e1rea de aproximadamente 163 milh\u00f5es de hectares, podendo ser plantado sob diversos sistemas e em diferentes ecossistemas, com destaque para os de v\u00e1rzea e de terras altas (FREITAS et al., 2021). A produ\u00e7\u00e3o pode ser afetada em diferentes intensidades pela precipita\u00e7\u00e3o pluvial, temperatura do ar, radia\u00e7\u00e3o solar e fotoper\u00edodo. O consumo aparente m\u00e9dio mundial \u00e9 de 54 kg\/pessoa\/ano. O arroz faz parte do mercado global de gr\u00e3os secos e cresce a uma taxa robusta, devido ao aumento da conscientiza\u00e7\u00e3o sobre seus benef\u00edcios para a sa\u00fade (United States Department of Agriculture (USDA, 2020; EMBRAPA,2008).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O Brasil est\u00e1 entre os maiores produtores de arroz (USDA, 2018). A rizicultura \u00e9 praticada por duas t\u00e9cnicas de cultivares, o irrigado e o sequeiro, sendo a regi\u00e3o Sul, principalmente os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina respons\u00e1veis por cerca de 75% da produ\u00e7\u00e3o nacional, atrav\u00e9s do sistema irrigado. J\u00e1 o restante da produ\u00e7\u00e3o concentra-se nos estados do Mato Grosso, Maranh\u00e3o e Roraima com o cultivo de arroz sequeiro (CONAB, 2018).<\/span><\/p>\n<h3><b>Sistema Irrigado<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O sistema irrigado demanda conhecimento do rizicultor (produtor de arroz), manejo, preparo do solo, aduba\u00e7\u00e3o, sementes, entre outros. Apresentando alto custo de investimento no preparo da terra e insumos (ROL\u00c3O et al., 2018). Os sistemas de cultivo empregados na cultura do arroz irrigado distinguem-se, na prepara\u00e7\u00e3o do solo, m\u00e9todos de semeadura e o manejo inicial da \u00e1gua e s\u00e3o titulados: Sistema convencional, Cultivo m\u00ednimo, Plantio direto, Pr\u00e9-germinado e Transplante de mudas (AGEITEC, 2014; CONAB, 2015; NUNES, 2016).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O sistema convencional a prepara\u00e7\u00e3o do solo compreende preparo prim\u00e1rio (arado) e secund\u00e1rio (grades ou plainas) (ROL\u00c3O et al., 2018). O preparo prim\u00e1rio, consiste em opera\u00e7\u00f5es mais profundas realizadas com arado visando o rompimento de camadas compactadas e elimina\u00e7\u00e3o da cobertura vegetal; no secund\u00e1rio, realizam-se opera\u00e7\u00f5es superficiais para nivelar, destruir crostas de terras, agregarem adubos, fertilizantes e defensivos e eliminar plantas daninhas. A semeadura pode ser realizada a lan\u00e7o ou em linha (NUNES, 2016).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0No cultivo m\u00ednimo o preparo do solo envolve a forma\u00e7\u00e3o de uma cobertura vegetal, entaipamento, com taipas de base larga e de perfil baixo. A semeadura do arroz pode ser realizada sobre a taipa, em virtude de existirem maquin\u00e1rios adequados que possibilita esse procedimento (CONAB, 2015). As sementes s\u00e3o lan\u00e7adas diretamente na cobertura vegetal dessecada com herbicida, sem a mobiliza\u00e7\u00e3o do solo (NUNES, 2016).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O plantio direto emprega a m\u00ednima movimenta\u00e7\u00e3o do solo, a permanente cobertura do solo e a rota\u00e7\u00e3o de culturas (CONAB, 2015). Envolvem opera\u00e7\u00f5es de sistematiza\u00e7\u00e3o de superf\u00edcie do solo ou aplainamento, calagem, constru\u00e7\u00e3o de infraestrutura de irriga\u00e7\u00e3o e drenagem de estradas. A semente \u00e9 colocada diretamente no solo, n\u00e3o ultrapassando 25 a 30% da superf\u00edcie do solo revolvido (NUNES, 2016).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O sistema pr\u00e9-germinado diferencia-se pelo uso de sementes pr\u00e9-germinadas em solo inundado (ROL\u00c3O et al., 2018). A prepara\u00e7\u00e3o do solo compreende as seguintes opera\u00e7\u00f5es: uma ou duas ara\u00e7\u00f5es em solo seco, uma ou duas gradagens para diluir os torr\u00f5es do solo, aplainamento e entaipamento, inunda\u00e7\u00e3o do terreno com uma l\u00e2mina de 10 cm (aproximadamente 15 dias antes da semeadura), nivelamento e o alisamento do terreno atrav\u00e9s de pranch\u00f5es de madeira (AGEITEC, 2014; NUNES, 2016).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O transplante de mudas engloba as fases de produ\u00e7\u00e3o de mudas e de transplante. As pl\u00e2ntulas iniciam a emerg\u00eancia, as caixas s\u00e3o irrigadas cotidianamente, at\u00e9 a fase de duas folhas (12 a 18 dias), aplicam-se fungicidas espec\u00edficos. Geralmente, o transplante \u00e9 realizado em torno de 12 a 18 dias ap\u00f3s a semeadura, ou seja, quando as mudas atingem de 10 a 12 cm de altura (AGEITEC, 2014). O preparo do solo, manejo d\u2019\u00e1gua, controle de plantas daninhas, de pragas e de doen\u00e7as \u00e9 semelhante ao do sistema pr\u00e9-germinado (NUNES, 2016).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0A irriga\u00e7\u00e3o da lavoura de arroz est\u00e1 condicionada ao sistema de cultivo escolhido, assim sendo, a admiss\u00e3o de um ou demais sistema diferenciar\u00e1 a \u00e9poca de in\u00edcio e fim da irriga\u00e7\u00e3o, manejo e uso da \u00e1gua e prepara\u00e7\u00e3o do solo (NUNES, 2016). H\u00e1 predomin\u00e2ncia do sistema de cultivo com taipas em n\u00edvel, onde a irriga\u00e7\u00e3o realiza-se por sistematiza\u00e7\u00e3o da lavoura (CONAB, 2015). Esse cultivo necessita de \u00e1gua durante todo o seu ciclo que dura entre 100 e 140 dias das cultivares em sistema inundado, no entanto, h\u00e1 tr\u00eas fases que demanda maior exig\u00eancia: estabelecimento do cultivo e perfilhamento, in\u00edcio da diferencia\u00e7\u00e3o da pan\u00edcula (IDP) e enchimento de gr\u00e3os (ROL\u00c3O et al., 2018).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Aconselha-se n\u00e3o retirar a \u00e1gua da lavoura antes de 30 dias da aplica\u00e7\u00e3o de defensivos, apenas realizar a manuten\u00e7\u00e3o da l\u00e2mina (NUNES 2016). A opera\u00e7\u00e3o de colheita realiza-se por colhedoras automotrizes que realiza os procedimentos de corte, recolhimento, trilha e limpeza (AGEITEC, 2014).<\/span><\/p>\n<h3><b>Sistema sequeiro<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O sistema sequeiro, requisita poucos insumos constituindo baixo custo de investimento inicial. Difere-se do arroz irrigado, sendo que na maior parte \u00e9 realizado com a terra seca (COLOMBO; J\u00daNIOR, 2015; ROL\u00c3O et al., 2018).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Cultiva-se arroz de terras altas em cinco situa\u00e7\u00f5es: abertura de \u00e1reas, rota\u00e7\u00e3o com outros gr\u00e3os de plantio direto, renova\u00e7\u00e3o de pastagem, sistemas de integra\u00e7\u00e3o lavoura- pecu\u00e1ria-floresta e em safrinha (AGEITEC, 2014; NUNES, 2016). O sistema de rota\u00e7\u00e3o promove sustentabilidade ao solo adotando manejos adequados de prepara\u00e7\u00e3o de solo, especificamente o arroz de terras altas em solos de cerrado a produtividade estabiliza ou decresce no segundo ano da monocultura e diminui nos anos posteriores, no entanto, quando rotacionado a cada dois anos com soja, aumenta significativamente a produtividade (NUNES 2016; ROL\u00c3O et al., 2018).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O Sistema Plantio Direto (SPD), facilita a condu\u00e7\u00e3o de sistemas de produ\u00e7\u00e3o. Observa-se o efeito do nitrog\u00eanio aplicado no SPD de arroz cultivado ap\u00f3s a soja \u00e9 relativamente baixo, se comparado aos demais sistemas produtivos (ROL\u00c3O et al., 2018). Sistemas de produ\u00e7\u00e3o de arroz em \u00e1reas de pastagens consistem em semear o capim quando finaliza a colheita sendo uma alternativa de prepara\u00e7\u00e3o do solo. A semeadura tardia do capim reduz a competitividade entre as culturas consorciadas e possibilita maior produtividade de cultivares de arroz (NUNES 2016). Grande parte das lavouras de arroz de sequeiro est\u00e1 localizada na regi\u00e3o dos cerrados e consequentemente, os solos apresentam baixa fertilidade evidenciando o manejo da fertilidade como um dos fatores essenciais no cultivo (NUNES 2016). Destaca-se os elementos essenciais, o nitrog\u00eanio, o f\u00f3sforo e o pot\u00e1ssio s\u00e3o os que a planta necessita em maiores propor\u00e7\u00f5es (ROL\u00c3O et al., 2018). O uso adequado da aduba\u00e7\u00e3o \u00e9 uma forma vi\u00e1vel para aumentar a produtividade al\u00e9m de reduzir custos na produ\u00e7\u00e3o e possibilitar maior rentabilidade aos produtores (AGEITEC, 2014; NUNES, 2016). As cultivares de arroz de sequeiro apresenta ciclo entre 110 e 155 dias (CONAB, 2015; NUNES, 2016).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0A metodologia de colheita pode ser realizada: manual, semi-mecanizado e mecanizado. O manual consiste nas opera\u00e7\u00f5es de corte, enleiramento, recolhimento e trilhamento que s\u00e3o realizados manualmente; semi mecanizado, a etapa corte, enleiramento e o recolhimento s\u00e3o manuais, somente o trilhamento, mecanizado; mecanizado, todas as fases s\u00e3o executadas pelas m\u00e1quinas (AGEITEC, 2014; NUNES, 2016; ROL\u00c3O et al., 2018).<\/span><\/p>\n<h2><strong>MANEJO DE ADUBA\u00c7\u00c3O\u00a0<\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0A aduba\u00e7\u00e3o vai se dar de forma distinta a depender do sistema de cultivo. Vamos abordar primeiro a aduba\u00e7\u00e3o em sistema irrigado. Seguiremos a recomenda\u00e7\u00e3o do manual de calagem e aduba\u00e7\u00e3o para os estados do Rio grande do Sul e Santa Catarina, 2016.<\/span><\/p>\n<h3><b>Sistema Irrigado<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0A aduba\u00e7\u00e3o est\u00e1 associada \u00e0 expectativa de resposta da cultura. Assim, expectativa de resposta \u00e1 aduba\u00e7\u00e3o alta \u00e9 esperada quando o arroz for cultivado em condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis de clima, especialmente radia\u00e7\u00e3o solar alta no per\u00edodo produtivo, utiliza\u00e7\u00e3o de cultivares com potencial produtivo elevado, semeadura em \u00e9poca e densidades adequadas para a regi\u00e3o de cultivo, manejo adequado da irriga\u00e7\u00e3o, de plantas daninhas, especialmente o arroz-vermelho, de doen\u00e7as e pragas. Em situa\u00e7\u00f5es onde algum desses fatores n\u00e3o s\u00e3o adequados, a expectativa de resposta \u00e1 aduba\u00e7\u00e3o ser\u00e1 m\u00e9dia, ou mesmo baixa, devendo-se ajustar as recomenda\u00e7\u00f5es, diminuindo as doses de fertilizantes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O nitrog\u00eanio (N) promove o crescimento nas plantas, aumentando o n\u00famero de perfilhos, o n\u00famero de pan\u00edculas e de gr\u00e3os por pan\u00edculas. O f\u00f3sforo (P) \u00e9 necess\u00e1rio para o perfilhamento, a forma\u00e7\u00e3o (enchimento) e a qualidade dos gr\u00e3os (BARBOSA FILHO, 1989; CASTRO et al., 2013). O pot\u00e1ssio (K) \u00e9 um dos nutrientes essenciais para o crescimento do arroz, atuando na fotoss\u00edntese da planta, contribuindo com a abertura e o fechamento dos est\u00f4matos das folhas, al\u00e9m de ser respons\u00e1vel pelo transporte de carboidratos sol\u00faveis dentro da planta (SANTOS, 2018). Entretanto, al\u00e9m de todos esses efeitos o K tem a capacidade de fortalecer as paredes celulares do colmo com lignina, conferindo maior resist\u00eancia ao acamamento, \u00e0s doen\u00e7as e \u00e0s pragas no arroz (BARBOSA FILHO, 1989).<\/span><\/p>\n<h4><b>Nitrog\u00eanio<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O nitrog\u00eanio \u00e9 o segundo nutriente mais extra\u00eddo e o mais exportando pela cultura do arroz (FORNASIERI FILHO; FORNASIERI, 2006), \u00e9 constituinte de in\u00fameros compostos org\u00e2nicos como amino\u00e1cidos, \u00e1cidos nucl\u00e9icos e prote\u00edna (EPSTEIN, 1975). A defici\u00eancia de nitrog\u00eanio em arroz \u00e9 relativamente comum no Brasil, o que estaria relacionado \u00e0 fatores como: baixo conte\u00fado de mat\u00e9ria org\u00e2nica no solo; perdas por lixivia\u00e7\u00e3o e por volatiliza\u00e7\u00e3o; reduzido uso de fertilizante nitrogenados; desbalan\u00e7o nutricional; defici\u00eancia h\u00eddrica (EPSTEIN, 1975; RAIJ, 1991; FAGERIA; SANT\u2019ANA; MORAIS, 1995). \u00c9 um dos principais fatores envolvidos na produtividade (FAGERIA; BALIGAR, 2001; FAGERIA; BARBOSA FILHO, 2001) e na melhoria da qualidade nutricional do gr\u00e3o de arroz (FERRAZ JUNIOR et al., 1997). Quando fornecido em quantidades superiores \u00e0s necessidades de crescimento vegetativo, pr\u00f3ximo \u00e0 antese, possibilita elevar o conte\u00fado prot\u00e9ico (CHING; RYND, 1978), com incremento no valor biol\u00f3gico por interferir positivamente na fra\u00e7\u00e3o prot\u00e9ica da glutelina, (CHING; RYND, 1978; FERRAZ JUNIOR et al., 1997).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tabela 1 -Exig\u00eancia de nitrog\u00eanio para cultura do arroz.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_9750\" aria-describedby=\"caption-attachment-9750\" style=\"width: 390px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-9750 \" src=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-34-35-300x120.jpeg\" alt=\"Aumentar ou diminuir a dose recomendada em at\u00e9 30 kg de N\/ha, para expectativas de resposta \u00e0 aduba\u00e7\u00e3o muito alta ou baixa, respectivamente. Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.\" width=\"390\" height=\"156\" srcset=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-34-35-300x120.jpeg 300w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-34-35-100x40.jpeg 100w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-34-35-220x88.jpeg 220w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-34-35-255x102.jpeg 255w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-34-35-85x34.jpeg 85w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-34-35-140x56.jpeg 140w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-34-35.jpeg 371w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-9750\" class=\"wp-caption-text\">Aumentar ou diminuir a dose recomendada em at\u00e9 30 kg de N\/ha, para expectativas de resposta \u00e0 aduba\u00e7\u00e3o muito alta ou baixa, respectivamente. Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Para o arroz produzido em semeadura em solo seco, recomenda-se aplicar, na semeadura, entre 10 e 20 kg N\/ha e o restante, em cobertura. Sendo 50% da dose total no est\u00e1dio de tr\u00eas a quatro folhas (V3\/V4) e o restante deve ser aplicado na inicia\u00e7\u00e3o da pan\u00edcula (est\u00e1dio R0). Por\u00e9m, esse est\u00e1dio n\u00e3o pode ser visualizado no campo, ent\u00e3o, se utilizada como refer\u00eancia o est\u00e1dio de diferencia\u00e7\u00e3o da pan\u00edcula (est\u00e1dio R1). A primeira aduba\u00e7\u00e3o de cobertura deve ser realizada, preferencialmente, em solo seco, antecedendo o in\u00edcio da irriga\u00e7\u00e3o da lavoura, que deve ocorrer com a maior brevidade poss\u00edvel (at\u00e9 3 dias). Aplica\u00e7\u00f5es em cobertura ap\u00f3s a inunda\u00e7\u00e3o do solo s\u00e3o realizadas sobre l\u00e2mina de \u00e1gua. Nesses casos, deve-se interromper a circula\u00e7\u00e3o de \u00e1gua na lavoura por, no m\u00ednimo tr\u00eas dias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Para o arroz pr\u00e9-germinado, n\u00e3o \u00e9 recomendada aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada na semeadura, devido aos riscos de perdas do elemento e \u00e0 baixa exig\u00eancia da cultura na fase inicial do cultivo. Para as cultivares de ciclo curto (at\u00e9 120 dias) e m\u00e9dio (entre 120 e 135 dias), recomenda-se aplicar em torno de 50 % da dose de N recomendada no est\u00e1dio (V3\/V4) e o restante, no est\u00e1dio de inicia\u00e7\u00e3o da pan\u00edcula (R0). Para as cultivares ciclo tardio (&gt; 135 dias), a cobertura pode ser fracionada em tr\u00eas aplica\u00e7\u00f5es iguais, em V3\/V4, na metade do perfilhamento (V6\/V7) e em R0.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O aporte de N via aduba\u00e7\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel pelo aumento no rendimento de gr\u00e3os e de componentes do rendimento do arroz, como o n\u00famero de perfilhos e de pan\u00edculas por unidade de \u00e1rea (SINGH; PILLAI, 1996), o n\u00famero de espiguetas por pan\u00edcula e o peso de gr\u00e3os (MARZARI, 2005). Embora o arroz absorva nitrog\u00eanio durante todo o seu ciclo, as exig\u00eancias s\u00e3o maiores nas fases de perfilhamento e reprodutiva (<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">SCIVITTARO et al., 2018)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. Todavia, \u00e9 nessa \u00faltima, que come\u00e7a com a inicia\u00e7\u00e3o da pan\u00edcula, que a planta apresenta maior efici\u00eancia na absor\u00e7\u00e3o de N para a produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, uma vez que o sistema radicular se encontra mais desenvolvido e, consequentemente, com maior potencial de absor\u00e7\u00e3o de nutrientes (MACHADO, 1993).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Em experimento realizado por Scivittaro et al. (2012) mostra que a absor\u00e7\u00e3o de N pelo arroz, independentemente da dose, \u00e9poca de aplica\u00e7\u00e3o e do parcelamento da aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada em cobertura, a quantidade de N absorvida pelo arroz \u00e9 bastante elevada, independentemente do manejo da aduba\u00e7\u00e3o praticado, sendo cerca de 70% exportados pelos gr\u00e3os. Isto demonstra a elevada demanda de nitrog\u00eanio da cultura, bem como a necessidade de reposi\u00e7\u00e3o do nutriente exportado, via aduba\u00e7\u00e3o e\/ou pela ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas culturais que favorecem seu ac\u00famulo. Ressalta-se ainda que, o n\u00edvel de nitrog\u00eanio na planta, a produtividade de gr\u00e3os e a absor\u00e7\u00e3o de nitrog\u00eanio pelo arroz s\u00e3o influenciados preponderantemente pela dose do nutriente aplicada em cobertura, aumentando proporcionalmente a essa. A produtividade de gr\u00e3os e a efici\u00eancia de utiliza\u00e7\u00e3o de N pelo arroz s\u00e3o beneficiados pela expans\u00e3o do per\u00edodo de aduba\u00e7\u00e3o at\u00e9 a fase reprodutiva.\u00a0<\/span><\/p>\n<h4><b>F\u00f3sforo<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0No sistema de semeadura em solo seco, os fertilizantes fosfatados devem ser aplicados e incorporados ao solo por ocasi\u00e3o da semeadura. No sistema pr\u00e9-germinado, esses fertilizantes podem ser aplicados e incorporados com enxada rotativa ou grade na forma\u00e7\u00e3o da lama ou ap\u00f3s o renivelamento da \u00e1rea, antes da semeadura. O que pode acontecer \u00e9 aplicar antes da semeadura do arroz e intensificar o desenvolvimento de algas, a aplica\u00e7\u00e3o de P pode ser realizada em cobertura, antecedendo o in\u00edcio do perfilhamento, entre os est\u00e1dios de duas a tr\u00eas folhas (V2 e V3).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tabela 2 &#8211; Exig\u00eancia de f\u00f3sforo para cultura do arroz.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_9751\" aria-describedby=\"caption-attachment-9751\" style=\"width: 391px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-9751\" src=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-35-43-300x145.jpeg\" alt=\"Aumentar ou diminuir a dose recomendada em at\u00e9 10 kg de P2O2\/ha, para expectativas de resposta \u00e0 aduba\u00e7\u00e3o muito alta ou baixa, respectivamente. Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.\" width=\"391\" height=\"189\" srcset=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-35-43-300x145.jpeg 300w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-35-43-100x48.jpeg 100w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-35-43-220x106.jpeg 220w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-35-43-255x123.jpeg 255w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-35-43-85x41.jpeg 85w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-35-43-140x68.jpeg 140w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-35-43.jpeg 391w\" sizes=\"(max-width: 391px) 100vw, 391px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-9751\" class=\"wp-caption-text\">Aumentar ou diminuir a dose recomendada em at\u00e9 10 kg de P2O2\/ha, para expectativas de resposta \u00e0 aduba\u00e7\u00e3o muito alta ou baixa, respectivamente. Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 disponibilidade de f\u00f3sforo, o alagamento do solo promove um aumento na disponibilidade deste nutriente para as plantas, principalmente pelo aumento na difus\u00e3o do elemento na solu\u00e7\u00e3o do solo (compartimento do solo do qual a planta extrair\u00e1 o nutriente) bem como aumento na quantidade de f\u00f3sforo na solu\u00e7\u00e3o do solo, que antes estava preso em condi\u00e7\u00f5es de sequeiro pelo c\u00e1lcio e pelo ferro, por exemplo (FERREIRA et al., 2008). Segundo pesquisa realizada por Moraes &amp; Freire (1974), com v\u00e1rios solos do Rio Grande do Sul, o f\u00f3sforo atinge concentra\u00e7\u00f5es m\u00e1ximas na solu\u00e7\u00e3o do solo entre cinco e seis semanas ap\u00f3s o seu alagamento. Assim, no cultivo de arroz pr\u00e9-germinado, por exemplo, o aumento da disponibilidade de f\u00f3sforo ocorre antecipadamente, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 semeadura realizada em solo seco. A din\u00e2mica deste nutriente em solos alagados explica, parcialmente, a resposta limitada do arroz irrigado \u00e0 aduba\u00e7\u00e3o fosfatada, mesmo quando os teores de f\u00f3sforo dispon\u00edvel em solos secos s\u00e3o baixos (FERREIRA et al., 2008).<\/span><\/p>\n<h4><b>Pot\u00e1ssio<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Na semeadura em solo seco, os fertilizantes pot\u00e1ssicos devem ser aplicados, preferencialmente, por ocasi\u00e3o da semeadura. No caso de arroz pr\u00e9-germinado, os fertilizantes pot\u00e1ssicos, assim como os fosfatados, podem ser aplicados e incorporados com enxada rotativa ou grade por ocasi\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o da lama ou ap\u00f3s o renivelamento d\u00e1 \u00e1rea antes da semeadura.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Pode ser fracionada, para evitar perdas de pot\u00e1ssio, especialmente no caso de aplica\u00e7\u00e3o de doses elevadas em solos arenosos. Nessa situa\u00e7\u00e3o, indica-se a aplica\u00e7\u00e3o de metade da dose por ocasi\u00e3o do preparo do solo (sistema pr\u00e9-germinado) ou na semeadura (sistema de semeadura em solo seco) e a outra metade, em cobertura, na inicia\u00e7\u00e3o da pan\u00edcula, juntamente com a aplica\u00e7\u00e3o de nitrog\u00eanio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tabela 3 &#8211; Exig\u00eancia de pot\u00e1ssio para cultura do arroz.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_9763\" aria-describedby=\"caption-attachment-9763\" style=\"width: 391px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-9763 \" src=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-18-07-39-300x138.jpeg\" alt=\"Aumentar ou diminuir a dose recomendada em at\u00e9 15 kg de K2O\/ha, para expectativas de resposta \u00e0 aduba\u00e7\u00e3o muito alta ou baixa, respectivamente. Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.\" width=\"391\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-18-07-39-300x138.jpeg 300w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-18-07-39-100x46.jpeg 100w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-18-07-39-220x101.jpeg 220w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-18-07-39-255x117.jpeg 255w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-18-07-39-85x39.jpeg 85w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-18-07-39-140x64.jpeg 140w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-18-07-39.jpeg 411w\" sizes=\"(max-width: 391px) 100vw, 391px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-9763\" class=\"wp-caption-text\">Aumentar ou diminuir a dose recomendada em at\u00e9 15 kg de K2O\/ha, para expectativas de resposta \u00e0 aduba\u00e7\u00e3o muito alta ou baixa, respectivamente. Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O pot\u00e1ssio (K) trata-se de um nutriente essencial para cultura do arroz, atuando em v\u00e1rios processos fisiol\u00f3gicos e bioqu\u00edmicos na planta, destacando-se a regula\u00e7\u00e3o osm\u00f3tica, ativa\u00e7\u00e3o enzim\u00e1tica, regula\u00e7\u00e3o do pH e do balan\u00e7o i\u00f4nico celular, regula\u00e7\u00e3o da transpira\u00e7\u00e3o estom\u00e1tica e transporte de produtos da fotoss\u00edntese (DOBERMANN; FAIRHURST, 2000).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Resultados de pesquisa mostram que a aduba\u00e7\u00e3o pot\u00e1ssica traz diversos benef\u00edcios \u00e0 cultura do arroz, incluindo a promo\u00e7\u00e3o do desenvolvimento do sistema radicular, aumento no vigor das plantas, redu\u00e7\u00e3o do acamamento, aumento da resist\u00eancia a pragas e doen\u00e7as, aumento do perfilhamento e da produ\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria seca da parte a\u00e9rea e das ra\u00edzes, al\u00e9m de aumento do n\u00famero de gr\u00e3os cheios e do peso de gr\u00e3os (HARTARI et al., 2018).<\/span><\/p>\n<h4><b>Toxidez por ferro em arroz irrigado<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O alagamento do solo promove a solubiliza\u00e7\u00e3o de ferro, podendo ocorrer ac\u00famulo do \u00edon Fe <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">2+<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> na solu\u00e7\u00e3o do solo e atingir n\u00edveis t\u00f3xicos ao arroz. Na tabela 4 \u00e9 apresentada uma interpreta\u00e7\u00e3o da probabilidade de ocorr\u00eancia de toxidez por ferro na lavoura, baseado no teor de ferro extra\u00eddo em solu\u00e7\u00e3o de oxalato de am\u00f4nio pH 6,0.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tabela 4- Interpreta\u00e7\u00e3o do risco de ocorr\u00eancia de toxidez por ferro em fun\u00e7\u00e3o da porcentagem de satura\u00e7\u00e3o CTC (PSFe<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">2+<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">).<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_9753\" aria-describedby=\"caption-attachment-9753\" style=\"width: 390px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-9753\" src=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-38-44.jpeg\" alt=\"Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.\" width=\"390\" height=\"117\" srcset=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-38-44.jpeg 297w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-38-44-100x30.jpeg 100w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-38-44-220x66.jpeg 220w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-38-44-255x76.jpeg 255w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-38-44-85x25.jpeg 85w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-38-44-140x42.jpeg 140w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-9753\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0A utiliza\u00e7\u00e3o de cultivares tolerantes \u00e9 a forma mais econ\u00f4mica e eficiente de controlar o problema. A calagem pr\u00e9via do solo e a aduba\u00e7\u00e3o (nitrogenada e pot\u00e1ssica) tamb\u00e9m pode minimiz\u00e1-lo.\u00a0<\/span><\/p>\n<h4><b>Enxofre<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Solos afastados de regi\u00f5es industriais, com baixos teores de mat\u00e9ria org\u00e2nica e de argila e intensamente cultivados com arroz irrigado s\u00e3o potencialmente suscet\u00edveis a defici\u00eancia de enxofre. Nessa condi\u00e7\u00e3o, caracterizada por teor de enxofre (S) no solo menor que 10 mg\/dm<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">3<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, ocorre resposta positiva em produtividade da cultura \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o do nutriente. A aplica\u00e7\u00e3o limita-se \u00e0 20 kg de S\/ha.<\/span><\/p>\n<h3><b>Sistema sequeiro<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O nitrog\u00eanio tem alta demanda nesse sistema, da mesma forma que o irrigado, j\u00e1 que o arroz se trata de uma gram\u00ednea, dessa forma, precisa de alta demanda de N.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tabela 5 \u2013 Exig\u00eancia de nitrog\u00eanio para cultura do arroz.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_9754\" aria-describedby=\"caption-attachment-9754\" style=\"width: 389px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-9754\" src=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-39-57-300x114.jpeg\" alt=\"Para a expectativa de rendimento maior do que 2 t\/ha, acrescentar aos valores da tabela 15 kg de N\/ha, por tonelada adicional de gr\u00e3os a serem produzidos. Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.\" width=\"389\" height=\"148\" srcset=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-39-57-300x114.jpeg 300w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-39-57-100x38.jpeg 100w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-39-57-220x84.jpeg 220w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-39-57-255x97.jpeg 255w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-39-57-85x32.jpeg 85w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-39-57-140x53.jpeg 140w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-39-57.jpeg 336w\" sizes=\"(max-width: 389px) 100vw, 389px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-9754\" class=\"wp-caption-text\">Para a expectativa de rendimento maior do que 2 t\/ha, acrescentar aos valores da tabela 15 kg de N\/ha, por tonelada adicional de gr\u00e3os a serem produzidos. Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Aplicar 10 kg de N\/ha semeadura e o restante em cobertura, no in\u00edcio do perfilhamento, aproximadamente aos 40 dias ap\u00f3s a emerg\u00eancia. A aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada em cobertura pode ser parcial ou totalmente suprimida, dependendo das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tabela 6 &#8211; Exig\u00eancia de f\u00f3sforo e pot\u00e1ssio para cultura do arroz.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_9755\" aria-describedby=\"caption-attachment-9755\" style=\"width: 391px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-9755\" src=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-40-39-300x106.jpeg\" alt=\"Para a expectativa de rendimento maior do que 2 t\/ha, acrescentar aos valores da tabela 10 kg de P2O2\/h\u00e1 e 10 kg de K2O\/ha, por tonelada adicional de gr\u00e3os a serem produzidos. Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.\" width=\"391\" height=\"138\" srcset=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-40-39-300x106.jpeg 300w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-40-39-100x35.jpeg 100w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-40-39-220x78.jpeg 220w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-40-39-255x90.jpeg 255w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-40-39-85x30.jpeg 85w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-40-39-140x49.jpeg 140w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-40-39.jpeg 504w\" sizes=\"(max-width: 391px) 100vw, 391px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-9755\" class=\"wp-caption-text\">Para a expectativa de rendimento maior do que 2 t\/ha, acrescentar aos valores da tabela 10 kg de P2O2\/h\u00e1 e 10 kg de K2O\/ha, por tonelada adicional de gr\u00e3os a serem produzidos. Fonte: CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO, 2016.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O sistema de produ\u00e7\u00e3o a ser adotado, as condi\u00e7\u00f5es ambientais para o cultivo, e a estimativa de produ\u00e7\u00e3o esperada s\u00e3o fatores que determinam o correto manejo de aduba\u00e7\u00e3o para a cultura do arroz, o qual \u00e9 um fator importante para o rendimento de produ\u00e7\u00e3o e retorno financeiro.<\/span><\/p>\n<h2><strong>Sugest\u00e3o de fertiliza\u00e7\u00e3o ILSA para o aumento de produtividade<\/strong><\/h2>\n<figure id=\"attachment_9756\" aria-describedby=\"caption-attachment-9756\" style=\"width: 391px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-9756\" src=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-42-19-300x175.jpeg\" alt=\"Imagem 1. Plano de fertiliza\u00e7\u00e3o ILSA para a cultura do Arroz.\" width=\"391\" height=\"228\" srcset=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-42-19-300x175.jpeg 300w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-42-19-100x58.jpeg 100w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-42-19-220x128.jpeg 220w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-42-19-255x148.jpeg 255w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-42-19-85x49.jpeg 85w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-42-19-140x81.jpeg 140w, https:\/\/ilsabrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/whatsapp-image-2023-11-28-at-17-42-19.jpeg 550w\" sizes=\"(max-width: 391px) 100vw, 391px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-9756\" class=\"wp-caption-text\">Imagem 1. Plano de fertiliza\u00e7\u00e3o ILSA para a cultura do Arroz.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0A ILSA Brasil possui uma linha completa de fertilizantes de aplica\u00e7\u00e3o via solo e foliares capazes de atender a todas as exig\u00eancias nutricionais da cultura do arroz.\u00a0 No preparo do solo a linha de fertilizantes organominerais GRADUAL MIX<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00ae<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> fornece nitrog\u00eanio, f\u00f3sforo e pot\u00e1ssio que s\u00e3o combinados com a matriz AZOGEL<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00ae<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> o que promove maior absor\u00e7\u00e3o dos nutrientes minerais, aumento da atividade biol\u00f3gica do solo e ainda possui baixo impacto ambiental. Pensando ainda no desenvolvimento inicial da lavoura, para o tratamento de sementes ILSAMIN Radix<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00ae<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> fornece amino\u00e1cidos, subst\u00e2ncias h\u00famicas, nitrog\u00eanio e carbono org\u00e2nicos que potencializam o desenvolvimento radicular o que ir\u00e1 promover maior aproveitamento de \u00e1gua e nutrientes pelas plantas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Como vimos no texto, o nitrog\u00eanio \u00e9 o nutriente extra\u00eddo em maior quantidade pela cultura e possui influ\u00eancia direta em todos os componentes de rendimento do arroz. Desta forma, o fornecimento de nitrog\u00eanio de forma mais eficiente promove maiores produtividades permitindo que a cultura expresse o seu potencial gen\u00e9tico. Para o fornecimento de nitrog\u00eanio de maneira mais eficiente conte com o AZOSLOW<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00ae<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, fertilizante organomineral que combina em um \u00fanico pellet a matriz org\u00e2nica AZOGEL<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00ae<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> rica em nitrog\u00eanio e carbono org\u00e2nicos e amino\u00e1cidos com nitrog\u00eanio mineral que ser\u00e1 disponibilizado de forma r\u00e1pida para a planta. A aplica\u00e7\u00e3o de AZOSLOW<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00ae<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> dever\u00e1 ser realizado em cobertura e parcelada em dois momentos: 50% da dose na fase vegetativa V3-V4 e 50% da dose no in\u00edcio da diferencia\u00e7\u00e3o da pan\u00edcula, em cultivares de ciclo mais longo este parcelamento pode ser realizado em tr\u00eas momentos: V3\/V4 \u2013 V6\/V7 \u2013 R0\/R1.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0ILSAMIN \u00c1GILE<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00ae<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> fornece amino\u00e1cidos provenientes da matriz GELAMIN<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00ae<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> que promovem aumento da resist\u00eancia das plantas a estresses abi\u00f3ticos durante o seu ciclo produtivo. Desta forma ILSAMIN \u00c1GILE<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00ae<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> pode ser aplicado via foliar durante todo o ciclo da cultura. ETIXAMIN KALLY<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00ae<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, fertilizante hidrossol\u00favel de aplica\u00e7\u00e3o foliar \u00e9 obtido a partir da combina\u00e7\u00e3o da matriz GELAMIN<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00ae<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> com fontes minerais de pot\u00e1ssio e enxofre. Sua aplica\u00e7\u00e3o na cultura do arroz \u00e9 indicada no momento de enchimento de gr\u00e3os, visto que o pot\u00e1ssio possui papel fundamental nesse processo, pois este nutriente ir\u00e1 fazer o transporte de fotoassimilados das estruturas vegetativas da planta para os gr\u00e3os.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Refer\u00eancias\u00a0<\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">AGEITEC. Ag\u00eancia Embrapa de Informa\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica. Dispon\u00edvel: http:\/\/www.agencia.cnptia.embrapa.br\/gestor\/arroz\/arvore\/CONT000fojvokoc02wyiv80bhgp5 p3txf7t9.html\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">BARBOSA FILHO, M. P. Aduba\u00e7\u00e3o do arroz de sequeiro. Informe Agropecu\u00e1rio, Belo Horizonte, v. 14, n. 161, p. 32-38, 1989.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">CASTRO, A. P.; et al.; Arroz: O produtor pergunta, a Embrapa responde. 2\u00aa ed. Bras\u00edlia, 2013. 252p.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">CHING, M.; RYND, L. Development differences in embryos of high and low protein wheat seeds during germination. Plant Physiology, Rockville, v. 62, p. 866- 870, 1978.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">COLOMBO, T. C.; J\u00daNIOR, A. M. Comparativo dos custos na produ\u00e7\u00e3o entre arroz irrigado e arroz sequeiro: Um estudo de caso em uma propriedade no Sul Catarinense. ABCustos Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Custos. Vol. X n\u00b02 \u2013 Maio-Agosto 2015.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">CONAB. Companhia Nacional de Abastecimento. A cultura do arroz. 2015.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento). (2018) Acompanhamento da safra brasileira gr\u00e3os, v. 7 Safra 2017\/18 &#8211; S\u00e9timo levantamento, Bras\u00edlia, p. 1-139 abril 2018.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">CQFS-COMISS\u00c3O DE QU\u00cdMICA E FERTILIDADE DO SOLO. Manual de calagem e aduba\u00e7\u00e3o para os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.\u00a0Sociedade Brasileira de Ci\u00eancia do Solo, 2016.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">DOBERMANN, A.; FAIRHURST, T. A. H. Rice: nutrients disorders and nutrient management. Los Ba\u00f1os: IRRI, 2000. 191 p.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">EPSTEIN, E. A. Aquisi\u00e7\u00e3o de nitrog\u00eanio. In: MALAVOTA, R. (Trad.). Nutri\u00e7\u00e3o mineral de plantas: princ\u00edpios e perspectivas. Rio de Janeiro: Livros T\u00e9cnicos e Cient\u00edficos; S\u00e3o Paulo: EDUSP, 1975, p. 213-234.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">FAGERIA, N. K.; SANT`ANA, E. P.; MORAIS, O. P. Resposta de gen\u00f3tipos de arroz de sequeiro favorecido \u00e0 fertilidade do solo. Pesquisa Agropecu\u00e1ria Brasileira, Bras\u00edlia, v. 30, n. 9, p. 1155-1161, 1995.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">FAGERIA, N. K.; BALIGAR, V. C. Lowland rice response to nitrogen fertilization. Communication Soil Science Plant Analysis, Philadelphia, v. 32, n. 9-10, p. 1405-1428, 2001.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">FAGERIA, N. K.; BARBOSA FILHO, M. P. Nitrogen use efficiency in lowland rice genotypes. Communication Soil Science Plant Analysis, Philadelphia, v. 32, n. 13-14, p. 2079-2089, 2001.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">FERRAZ JUNIOR, A. S. L.; SOUZA, S. R.; FERNANDES, M. S.; ROSSIELLO, R. O. P. Efici\u00eancia de uso de nitrog\u00eanio para produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3o e prote\u00edna por cultivares de arroz. Pesquisa Agropecu\u00e1ria Brasileira, Bras\u00edlia, v. 32, n. 4, p. 435-442, 1997.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">FERREIRA L. E. G., et al.; Fosfatos Naturais na Aduba\u00e7\u00e3o de Sistema de Culturas de Ver\u00e3o com \u00canfase no Arroz Irrigado. EMBRAPA (circular t\u00e9cnica). Pelotas, RS Dezembro, 2008.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">FORNASIERI FILHO, D.; FORNASIERI, J. L. Manual da cultura do arroz. Jaboticabal: FUNEP, 2006. 589 p.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">FREITAS, Josiane Aimon de et al. Caracter\u00edsticas gerais do arroz (Oryza sativa L.) e m\u00e9todos de identifica\u00e7\u00e3o de cultivares: revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica. 2021.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">HARTARI, S.; SURYONO; PURNOMO, D. Effectiveness and eficiency of potassium fertilizer application to increase the production and quality of rice entisols. Earth and Environmental Science, v. 142, 012131, 2018. doi:10.1088\/1755-1315\/142\/1\/01231<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">MACHADO, M. O. Aduba\u00e7\u00e3o e calagem, para a cultura do arroz irrigado, no Rio Grande do Sul. Pelotas: EMBRAPA\u2013CPATB, 1993. 63 p. (EMBRAPA\u2013CPATB. Boletim de Pesquisa, 2).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">MARZARI, V. Influ\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o de plantas, doses de nitrog\u00eanio e controle de doen\u00e7as na produ\u00e7\u00e3o e qualidade de gr\u00e3os e sementes de arroz irrigado. 2005. 63 f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Agronomia) &#8211; Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">MORAES, J.F.V.; FREIRE, C.J. Varia\u00e7\u00e3o do pH, da condutividade el\u00e9trica e da disponibilidade dos nutrientes nitrog\u00eanio, f\u00f3sforo, pot\u00e1ssio, c\u00e1lcio e magn\u00e9sio, em quatro solos submetidos \u00e0 inunda\u00e7\u00e3o. Pesquisa Agropecu\u00e1ria Brasileira, Bras\u00edlia, v. 9, n. 9, p. 35-43, 1974.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">NUNES, J.L.S.; Caracter\u00edsticas do Arroz (Oryza sativa). 2016.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">RAIJ, B. van. An\u00e1lise qu\u00edmica do solo para fins de fertilidade. Campinas: Funda\u00e7\u00e3o Cargill, 1987. 170 p.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">ROL\u00c3O, Keila Prates et al. An\u00e1lise comparativa entre o sistema de arroz irrigado e sistema de arroz sequeiro. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">SOBER &#8211; Sociedade Brasileira de Economia, Administra\u00e7\u00e3o e Sociologia Rural. 2018.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">SANTOS, Daiane Resplandes dos. Produ\u00e7\u00e3o de arroz de terras altas sob aduba\u00e7\u00e3o org\u00e2nica. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">FACULDADE METROPOLITANA DE AN\u00c1POLIS. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">2018.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">SCIVITTARO, Walkyria Bueno et al. Manejo da aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada para o arroz irrigado por aspers\u00e3o. 2012.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">SCIVITTARO, Walkyria Bueno et al. Aduba\u00e7\u00e3o Nitrogenada e Pot\u00e1ssica para Cultivares de Arroz Irrigado.\u00a0<\/span><b>Circular t\u00e9cnica, Pelotas<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, v. 197, p. 3-5, 2018.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">SINGH, S. P.; PILLAI, K. G. Response of scented rice varieties to nitrogen. Oryza, v. 33, n. 3, p. 193-195, 1996.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">United States Department of Agriculture (USDA). Production, Supply and Distribution [Internet]. 2020 Dispon\u00edvel em: https:\/\/apps.fas.usda.gov\/psdonline\/app\/index.ht ml#\/app\/ downloads.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">USDA (United StatesDepartmentofagriculture), 2018. Grain and Feed Update. Dispon\u00edvel em:https:\/\/gain.fas.usda.gov\/Recent%20GAIN%20Publications\/Grain%20and%20Feed%20U pdate_Brasilia_Brazil_10-4-2018.pdf.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Autores<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eng. Agr. Dra. Ang\u00e9lica Schmitz Heinzen<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eng. Agr. Msc. Carolina Cust\u00f3dio Pinto<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eng. Agr. Msc. Thiago Stella de Freitas<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0O arroz (Oryza sativa L.) \u00e9 o segundo cereal mais cultivado e o principal alimento para mais da metade da popula\u00e7\u00e3o mundial, ocupando uma \u00e1rea de aproximadamente 163 milh\u00f5es de hectares, podendo ser plantado sob diversos sistemas e em diferentes ecossistemas, com destaque para os de v\u00e1rzea e de terras altas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":9758,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[137,172,97,104,114,174],"tags":[204,276,141,142,226,244,229,269,98,265,179,273,180,280,228,281,241,279,150,209,127,277,278],"class_list":["post-9749","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-fertilizante-organomineral","category-fertilizantes","category-fertilizantes-organicos","category-gestao-ambiental","category-noticias-ilsa-brasil","category-organomineral","tag-adubacao","tag-arroz","tag-azogel","tag-azoslow","tag-brasil","tag-enxofre","tag-etixamin-kally","tag-ferro","tag-fertilizantes","tag-fosforo","tag-gelamin","tag-gradual-mix","tag-ilsabrasil","tag-ilsamin","tag-ilsamin-agile","tag-ilsamin-radix","tag-manejo","tag-manejo-de-adubacao","tag-nitrogenio","tag-potassio","tag-produtividade","tag-sistema-irrigado","tag-sistema-sequeiro"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v26.4 (Yoast SEO v26.3) - 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