{"id":4382,"date":"2021-06-15T08:00:08","date_gmt":"2021-06-15T11:00:08","guid":{"rendered":"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/?p=4382"},"modified":"2021-06-14T16:52:23","modified_gmt":"2021-06-14T19:52:23","slug":"emissao-de-gases-de-efeito-estufa-e-agricultura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/en\/emissao-de-gases-de-efeito-estufa-e-agricultura\/","title":{"rendered":"Greenhouse gas emissions and agriculture"},"content":{"rendered":"<p>O efeito estufa, frequentemente confundido com o aquecimento global, \u00e9 um fen\u00f4meno natural, que garante a vida no planeta Terra, gra\u00e7as \u00e0 camada de gases que envolve nosso planeta \u2013 a atmosfera. Sem ele, a vida como conhecemos seria imposs\u00edvel existir, pois essa camada gasosa impede a perda de calor, mantendo o planeta aquecido. Entretanto, algumas atividades humanas t\u00eam contribu\u00eddo significativamente para o agravamento deste fen\u00f4meno, o que tem ocasionado o aumento das temperaturas m\u00e9dias da superf\u00edcie do planeta em fun\u00e7\u00e3o do espessamento da atmosfera, fato conhecido como aquecimento global.<\/p>\n<p>Os gases de efeito estufa (GEE) ou, em ingl\u00eas, greenhouse gases (GHG), s\u00e3o subst\u00e2ncias gasosas que est\u00e3o naturalmente presentes na atmosfera e que absorvem parte da radia\u00e7\u00e3o infravermelha (calor) emitida pelo Sol e refletida pela superf\u00edcie terrestre, dificultando o escape do calor para o espa\u00e7o. Os gases internacionalmente reconhecidos como gases de efeito estufa, regulados pelo Protocolo de Kyoto, s\u00e3o: di\u00f3xido de carbono (CO<sub>2<\/sub>), metano (CH<sub>4<\/sub>), \u00f3xido nitroso (N<sub>2<\/sub>O), hexafluoreto de enxofre (SF<sub>6<\/sub>) e duas fam\u00edlias de gases, hidrofluorcarbono (HFC) e perfluorcarbono (PFC).<\/p>\n<p>A emiss\u00e3o destes gases tem aumentado desde o per\u00edodo da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, iniciada na Inglaterra, a partir da metade do s\u00e9culo XVIII, onde combust\u00edveis f\u00f3sseis \u2013 em especial o carv\u00e3o mineral, passaram a ser usados com maior frequ\u00eancia para alimentar m\u00e1quinas a vapor. Desde ent\u00e3o, h\u00e1 uma constante preocupa\u00e7\u00e3o com as poss\u00edveis consequ\u00eancias do aumento dos GEE na atmosfera. Como bem pontuado por Madari et al. (2018), a agropecu\u00e1ria n\u00e3o dever\u00e1 ser apenas afetada pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, mas desempenhar\u00e1 papel central na redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es dos GEE e, consequentemente, na atenua\u00e7\u00e3o dos impactos da mudan\u00e7a do clima.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Papel da agricultura nas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/strong><\/h2>\n<p>Sabidamente a agricultura dita moderna, de uso intensivo de insumos e de energia basicamente de origem f\u00f3ssil, praticada nos \u00faltimos 50 anos, emergiu inserida num modelo de desenvolvimento perdul\u00e1rio no que se refere ao uso dos recursos da natureza (\u00e1gua, solo, biodiversidade, energia), com alt\u00edssimos impactos ambientais, muito embora com grande desempenho de produtividade (MARTINS et al., 2010).<\/p>\n<p>Segundo Perosa et al. (2019), a crescente demanda da sociedade por prote\u00e7\u00e3o ambiental e a internacionaliza\u00e7\u00e3o das cadeias produtivas vem exigindo novos mecanismos de governan\u00e7a que permitam o monitoramento das atividades produtivas e, desde os primeiros acordos clim\u00e1ticos, como o Protocolo de Kyoto, o Brasil vem assumindo compromissos para redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es. Ainda de acordo com esses autores, apesar do imenso potencial de mitiga\u00e7\u00e3o na agropecu\u00e1ria brasileira, \u00e9 necess\u00e1rio o estabelecimento de um sistema de monitoramento eficiente e alinhado com os crit\u00e9rios cient\u00edficos estabelecidos internacionalmente.<\/p>\n<p>Esse sistema de monitoramento \u2013 MRV (do ingl\u00eas Mesurement, Reporting and Verification), \u00e9 fundamental para viabilizar pol\u00edticas de incentivos p\u00fablicos e tamb\u00e9m para contabilizar as mitiga\u00e7\u00f5es no invent\u00e1rio nacional necess\u00e1rio para a comprova\u00e7\u00e3o das metas assinadas no acordo de Paris (assinado em 2015 por 195 pa\u00edses com o objetivo de conter o aquecimento global).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Op\u00e7\u00f5es de mitiga\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o de gases de efeito estufa atrav\u00e9s da agricultura<\/strong><\/h2>\n<p>As a\u00e7\u00f5es mitigadoras indicadas para agropecu\u00e1ria consistem em importantes a\u00e7\u00f5es de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, uma vez que o aumento do sequestro de carbono depende fundamentalmente da diminui\u00e7\u00e3o das perdas de nutrientes nos agroecossistemas e do aumento do estoque de carbono nos solos e no componente arb\u00f3reo (OLIVEIRA et al., 2014; citados por MADARI et al., 2018), os quais contribuem para manter altos \u00edndices de produtividade e melhor aproveitamento dos recursos naturais, especialmente solo e \u00e1gua (MADARI et al., 2018).<\/p>\n<p>No Brasil, dispomos do Plano ABC, que tem por finalidade a organiza\u00e7\u00e3o e o planejamento de a\u00e7\u00f5es a serem realizadas para a ado\u00e7\u00e3o de medidas e tecnologias de produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria sustent\u00e1vel, integrando Governo Federal e governos estaduais e municipais. De acordo com esse plano, o Brasil \u00e9 um dos pa\u00edses que mais se dedicam a essa discuss\u00e3o no \u00e2mbito internacional e, recentemente, estabeleceu legisla\u00e7\u00e3o e pol\u00edticas p\u00fablicas espec\u00edficas direcionadas a enfrentar o problema. Desde a reuni\u00e3o Rio 92, o pa\u00eds participa ativamente desse debate, o que culminou com os compromissos assumidos de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o de GEE, na COP 15, e com a promulga\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional de Mudan\u00e7a do Clima (PNMC), ambos no ano de 2009.<\/p>\n<p>Para Cerri et al. (2009), al\u00e9m dos esfor\u00e7os para conter as emiss\u00f5es dos setores de energia e o desmatamento, tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio que haja incentivo aos esfor\u00e7os de mitiga\u00e7\u00e3o relativos aos setores agr\u00edcolas, que deve n\u00e3o apenas se concentrar na redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de GEE, mas tamb\u00e9m no aumento do sequestro de carbono. Isso seria, de acordo com estes autores, um sistema economicamente vi\u00e1vel e muito eficaz.<\/p>\n<p>According to Machado (2005), terrestrial ecosystems comprising vegetation and soil are currently considered a large sink of <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/en\/ciclo-do-carbono-no-solo-e-suas-reacoes\/\">carbon<\/a>, especialmente os solos. Ainda segundo este autor, h\u00e1 diversas maneiras pelas quais o manejo apropriado da biosfera terrestre, particularmente do solo, possa resultar em significativa redu\u00e7\u00e3o na emiss\u00e3o dos GEE.<\/p>\n<p>Ainda, Machado (2005) cita que, h\u00e1 aproximadamente 200 anos, o homem vem interferindo massivamente no fluxo global de carbono e a agricultura convencional, embasada no uso de arados e grades para o preparo do solo para a semeadura, contribui para as perdas de carbono do solo. Partindo deste ponto de vista, \u00e9 poss\u00edvel afirmar que o <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/en\/qualidade-biologica-do-solo-importancia-da-rotacao-de-culturas-e-sistema-de-plantio-direto\/\">no-till planting system<\/a> (SPD) \u00e9 capaz de reverter esta situa\u00e7\u00e3o, combatendo de maneira eficaz a eros\u00e3o e contribuindo significativamente para o sequestro de <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/en\/qualidade-biologica-do-solo-carbono-e-nitrogenio\/\">carbon<\/a> no solo. Pelo solo ser o maior compartimento de carbono nos ecossistemas terrestres e poder estocar carbono pela agricultura conservacionista (ex. sistema plantio direto), a humanidade pode, com seu uso adequado, retardar ou amenizar os impactos negativos da mudan\u00e7a clim\u00e1tica global (MACHADO, 2005).<\/p>\n<p>Segundo o Plano ABC sobre o plantio direto, al\u00e9m de contribuir para o aumento da resili\u00eancia ou recupera\u00e7\u00e3o\/reconstitui\u00e7\u00e3o do solo, a ado\u00e7\u00e3o do SPD resulta na redu\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o dos GEE (principalmente o CO<sub>2<\/sub>), mediante aumento nos teores da mat\u00e9ria org\u00e2nica do solo. A implanta\u00e7\u00e3o deste sistema reduz tamb\u00e9m a degrada\u00e7\u00e3o e o uso de combust\u00edvel f\u00f3ssil, a partir da diminui\u00e7\u00e3o do emprego de maquin\u00e1rio e possibilita ainda diminuir a aduba\u00e7\u00e3o pelas melhorias decorrentes na qualidade do solo.<\/p>\n<p>Analisando a aduba\u00e7\u00e3o em cafeeiro, Cerri et al. (2013) afirmam que a substitui\u00e7\u00e3o da ureia por outras fontes de nitrog\u00eanio, como o sulfato de am\u00f4nio e os res\u00edduos org\u00e2nicos, pode contribuir para a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de GEE. Esta informa\u00e7\u00e3o corrobora com o estudo de Prado et al. (2010), onde afirmam que um dos principais mecanismos para sequestrar o carbono do solo \u00e9 atrav\u00e9s do aumento do conte\u00fado de <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/en\/saude-do-solo-e-materia-organica\/\">organic matter<\/a>, constituindo mais um ponto a favor do SPD. Uma alternativa de substitui\u00e7\u00e3o de ureia por res\u00edduos org\u00e2nicos, \u00e9 o <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/en\/produtos\/n-time\/\">N-Time<\/a> da ILSA Brasil, fonte org\u00e2nica de nitrog\u00eanio \u00e0 base de <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/en\/empresa\/tecnologias\/\">AZOGEL<\/a>, rico em amino\u00e1cidos, que apresenta fornecimento de N ao longo de todo o ciclo produtivo, j\u00e1 que sua libera\u00e7\u00e3o \u00e9 gradual. O <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/en\/produtos\/n-time\/\">N-Time<\/a> tamb\u00e9m estimula a biota do solo, contribuindo para uma melhor estrutura do solo, uma das premissas da sustentabilidade nos sistemas agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>O SPD e os sistemas integrados de produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria (SIPAs) s\u00e3o dois m\u00e9todos diferenciados de fazer agricultura, considerados altamente eficazes no sequestro de carbono, aparecendo como um diferencial que o Brasil tem na quest\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Os SIPAs otimizam o aproveitamento de \u00e1reas e reduzem \u00edndices de desmatamento. Segundo a FAO (citado por Carmona e Carvalho, 2016), esses sistemas s\u00e3o capazes de incrementar a resili\u00eancia ambiental pelo aumento da diversidade biol\u00f3gica e pela efetiva e eficiente ciclagem de nutrientes, que acarreta melhoria da qualidade do solo, al\u00e9m de prover servi\u00e7os ecossist\u00eamicos e contribuir para a adapta\u00e7\u00e3o e mitiga\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Nos SIPAs, de acordo com Martins e Kunrath (2016), a pastagem e o seu manejo (pastejo) exercem papel fundamental na ciclagem e efici\u00eancia de uso dos nutrientes, demonstrando a import\u00e2ncia de se ter continuamente plantas em pleno crescimento, para que os nutrientes permane\u00e7am no sistema. Essas informa\u00e7\u00f5es devem ser levadas em conta no manejo da aduba\u00e7\u00e3o das \u00e1reas, assim como em indicadores de sustentabilidade (econ\u00f4mica e ambiental).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, observando o tema sob um aspecto mais amplo, Amaral (2009) diz que a agricultura tamb\u00e9m contribui para a mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas por constituir uma fonte de energia renov\u00e1vel, como o etanol, biodiesel e carv\u00e3o vegetal renov\u00e1vel, que s\u00e3o apenas alguns desses exemplos. Ainda cita que esta energia agr\u00edcola j\u00e1 representa, pelo menos, 28% da matriz energ\u00e9tica brasileira. Em outras palavras, mais de um quarto do transporte, das ind\u00fastrias e resid\u00eancias no pa\u00eds \u00e9 movido por energia produzida no campo \u2013 participa\u00e7\u00e3o duas vezes maior que a das usinas hidrel\u00e9tricas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Alternativas para aduba\u00e7\u00e3o em cultivos sustent\u00e1veis<\/strong><\/h2>\n<p>De acordo com Assmann e Soares (2016), o solo deve ser considerado um organismo vivo \u00fanico, sendo a interface de transfer\u00eancia de nutrientes entre os cultivos agr\u00edcolas. Ainda citam que esta abordagem deixa de considerar o ciclo dos nutrientes e elementos t\u00f3xicos presentes no solo apenas com abordagem de qu\u00edmica mineral, e passa a interpretar o seu comportamento associado a biologia do solo. Manejos de solo que busquem a constru\u00e7\u00e3o de um solo saud\u00e1vel, potencializar\u00e3o a efici\u00eancia de uso dos insumos aplicados reduzindo custos de produ\u00e7\u00e3o e polui\u00e7\u00e3o ambiental (ASSMANN &amp; SOARES, 2016).<\/p>\n<p>A ILSA Brasil disp\u00f5e do fertilizante organomineral <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/en\/produtos\/s-time\/\">S-Time<\/a>, que possui alta efici\u00eancia, contendo nitrog\u00eanio org\u00e2nico a base de AZOGEL e enxofre elementar. Sua moderna tecnologia de produ\u00e7\u00e3o permite obter um produto \u00fanico e de alta homogeneidade (sem varia\u00e7\u00f5es nas mat\u00e9rias-primas e tampouco nas garantias). Apresenta alta efici\u00eancia da aduba\u00e7\u00e3o, o que proporciona maiores produtividades, al\u00e9m de evitar e\/ou corrigir defici\u00eancias de enxofre. Possui tamb\u00e9m, libera\u00e7\u00e3o gradativa do N e do S no solo, de acordo com a a\u00e7\u00e3o dos microrganismos, disponibilizando estes nutrientes ao longo do ciclo produtivo. Isherwood (2000) diz, em seu trabalho sobre fertilizantes minerais e meio ambiente, que \u00e9 prov\u00e1vel que estrat\u00e9gias de <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/en\/fertilizantes-utilizados-na-agricultura-e-seus-beneficios\/\">manejo da aduba\u00e7\u00e3o<\/a> que aumentem a efici\u00eancia de absor\u00e7\u00e3o de N pelas culturas reduzam as emiss\u00f5es de N<sub>2<\/sub>O para a atmosfera.<\/p>\n<p>\u00c9 importante mencionar que a base <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/en\/empresa\/tecnologias\/\">AZOGEL<\/a> funciona como um potencializador da oxida\u00e7\u00e3o de enxofre no solo, fazendo com que o nitrog\u00eanio e o enxofre trabalhem juntos, aumentando a efici\u00eancia deste fertilizante. Al\u00e9m disto, devido \u00e0 libera\u00e7\u00e3o gradual dos nutrientes, disponibiliza o enxofre para todo o sistema de produ\u00e7\u00e3o visando a sucess\u00e3o de cultivos (inverno e ver\u00e3o). Essa sucess\u00e3o pode ocorrer em manejo de SIPAs, sendo indicado para aplica\u00e7\u00e3o em pastagens de inverno, com foco na cultura da soja no ver\u00e3o seguinte, j\u00e1 que esta \u00e9 altamente exigente em enxofre. Promove a forma\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas, o que faz com que aumente a resist\u00eancia ao ataque de pragas e doen\u00e7as devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o na rela\u00e7\u00e3o N sol\u00favel \/ N proteico.<\/p>\n<p>Outra alternativa igualmente eficaz \u00e9 o <a href=\"https:\/\/ilsabrasil.com.br\/en\/produtos\/azoslow\/\">AZOSLOW 29<\/a>. Este fertilizante organomineral peletizado apresenta libera\u00e7\u00e3o gradual de nitrog\u00eanio e distribui\u00e7\u00e3o uniforme, o que reduz perdas por lixivia\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m reduzindo o n\u00famero de aplica\u00e7\u00f5es. Por possuir baixo impacto ambiental, caracteriza uma fonte sustent\u00e1vel de nutrientes com garantia de altos rendimentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>References<\/strong><\/h2>\n<p>AMARAL, L.F. O papel da agricultura brasileira nas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Projeto Pontes, v.5, n.4, p. 17, 2009.<\/p>\n<p>ASSMANN, TS; SOARES, AB Migrating from crop fertilization to system fertilization through Crop-Livestock Integration. Informativo Integrar, Triunfo, n.15, 2016.<\/p>\n<p>CARMONA, F.; CARVALHO, P.C.F. Alian\u00e7a SIPA &#8211; Caminhos para a intensifica\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel da agropecu\u00e1ria Sul-Brasileira. 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A import\u00e2ncia da pastagem na integra\u00e7\u00e3o lavoura-pecu\u00e1ria: Ciclagem e efici\u00eancia de uso dos nutrientes (Parte II). Informativo Integrar, Triunfo, n.10, 2016.<\/p>\n<p>MARTINS, S.R.; SCHLINDWEIN, S.L.; D\u2019AGOSTINI, L.R.; BONATTI, M.; VASCONCELOS, A.C.F.; HOFFMANN, A.F.; FANTINI, A.C. Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e vulnerabilidade na agricultura: desafios para desenvolvimento de estrat\u00e9gias de mitiga\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o. Revista Brasileira de Ci\u00eancias Ambientais, n. 17, p. 17-27, 2010.<\/p>\n<p>OLIVEIRA, P. P. A.; BERNARDI, A. C. C.; ALVES, T. C.; PEDROSO, A. de F. Evolu\u00e7\u00e3o na recomenda\u00e7\u00e3o de fertiliza\u00e7\u00e3o de solos sob pastagens: efici\u00eancia e sustentabilidade na produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria. <strong>O encontro do boi verde: anais<\/strong>. Vi\u00e7osa: Ed. da UFV, 2014. p. 289-344.<\/p>\n<p>PEROSA, B.B.; GURGEL, A.C.; VICENTE, L.F.; VICENTE, A.K.; SPINELLI-ARAUJO, L. Agricultura de Baixo Carbono no Brasil: potencialidade e desafios para constru\u00e7\u00e3o de um sistema MRV. XIII Encontro Nacional da Sociedade Brasileira de Economia Ecol\u00f3gica, Campinas, 2019.<\/p>\n<p>PRADO, R.B.; TURETTA, A.P.D.; ANDRADE, A.G. Manejo e conserva\u00e7\u00e3o do solo e da \u00e1gua no contexto das mudan\u00e7as ambientais. Embrapa Solos, Rio de Janeiro, 2010. 486 p.<\/p>\n<p>PROGRAMA ABC: https:\/\/www.gov.br\/agricultura\/pt-br\/assuntos\/sustentabilidade\/plano-abc\/arquivo-publicacoes-plano-abc\/sistema-plantio-direto.pdf<\/p>\n<p>VIEIRA et al., 2010 Pr\u00e1ticas de manejo para minimizar a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa associadas ou n\u00e3o ao uso de fertilizantes. Disciplina Ecologia de Pastagens, Curso de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Produ\u00e7\u00e3o Animal Sustent\u00e1vel. Instituto de Zootecnia, APTA\/SAA.<\/p>\n<p><strong>Authors<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Agricultural Eng. Msc. Aline Tramontini dos Santos<\/li>\n<li>Agricultural Eng. Msc. Carolina Custodio Pinto<\/li>\n<li>Agricultural Eng. Msc. Thiago Stella de Freitas<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O efeito estufa, frequentemente confundido com o aquecimento global, \u00e9 um fen\u00f4meno natural, que garante a vida no planeta Terra, gra\u00e7as \u00e0 camada de gases que envolve nosso planeta \u2013 a atmosfera. Sem ele, a vida como conhecemos seria imposs\u00edvel existir, pois essa camada gasosa impede a perda de calor, mantendo o planeta aquecido. 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